Rede confirma candidatura de Marina Silva à Presidência da República


Ex-ministra do Meio Ambiente e ex-senadora teve a indicação aprovada por aclamação na convenção da Rede neste sábado (4). Também foi aprovado o nome de Eduardo Jorge (PV) para vice

G1

Rede Sustentabilidade aprovou por aclamação neste sábado (4) a candidatura de Marina Silva à Presidência da República. O partido confirmou o nome da ex-ministra do Meio Ambiente em convenção nacional em Brasília.

A Rede também confirmou Eduardo Jorge (PV) como candidato a vice na chapa. A aliança entre as legendas foi acertada na última quinta-feira (2).

Esta será a terceira vez que Marina Silva concorrerá ao Palácio do Planalto. Nas outras duas ocasiões, em 2010 e 2014, ficou em terceiro lugar.

A candidata foi uma das fundadoras da Rede Sustentabilidade, legenda que obteve o registro junto ao TSE em 2015.

Porta-voz da Rede, Pedro Ivo afirmou em discurso que a aliança com o PV é “programática” e que na aliança “não tem bandido, não tem ninguém na Lava Jato”.

Marina Silva e Eduardo Jorge durante convenção da Rede, neste sábado (4) (Foto: Reprodução/TV Globo)

O presidente do PV, José Luiz Penna, criticou as grandes legendas – sem citar quais – que querem, na avaliação dele, “eleger sempre os mesmos”. Segundo ele, a aliança entre PV e Rede é “um sinal claro de que a democracia no Brasil não vai aceitar sinais autoritários que estão sendo dados por algumas candidaturas”.

Trajetória
Marina Silva, de 60 anos, foi deputada estadual no Acre (1991-1994) e senadora pelo estado por dois mandatos (1995 a 2010). Ela se licenciou do Senado de 2003 a 2008, quando ocupou o cargo de ministra do Meio Ambiente nos governos de Luiz Inácio Lula da Silva.

Filiada ao PT desde 1986, deixou a legenda em 2009 para se filiar ao PV, partido pelo qual concorreu à Presidência em 2010, mas não conseguiu chegar ao segundo turno.

Em 2014, se candidatou novamente, desta vez pelo PSB. À época, era vice na chapa encabeçada por Eduardo Campos, mas assumiu a candidatura após a morte do candidato em um acidente aéreo. No segundo turno, apoiou o tucano Aécio Neves.

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