Duplo recomeço: Seleção e Neymar encaram os EUA em busca de uma nova história


Enquanto o Brasil quer deixar a eliminação para a Bélgica no passado de olho na renovação, camisa 10 volta a ser capitão e tenta melhorar sua imagem após a Copa no estádio onde tudo começou

GLOBO ESPORTE

Recomeço. Essa é a palavra que marca o amistoso entre Estados Unidos e Brasil nesta sexta-feira, às 21h05 (de Brasília), em Nova Jersey, no primeiro compromisso após a Copa do Mundo da Rússia. Recomeço para a Seleção, que viu os bons resultados da Era Tite serem questionados após a eliminação para a Bélgica e agora inicia a busca pela renovação da equipe. Recomeço também para Neymar, que não chegou 100% ao Mundial e saiu da competição com a imagem desgastada.

 

A derrota nas quartas de final para a Bélgica foi apenas a segunda de Tite no comando da Seleção (até a eliminação, o retrospecto do treinador era de 20 vitórias, quatro empates e só um revés em 25 patrtidas). Mas a campanha de destaque nas eliminatórias e o futebol envolvente pararam em Courtois e em um primeiro tempo sem brilho em Kazan.

O frustrante – e até certo ponto precoce pela expectativa criada – adeus da Copa da Rússia deixou marcas até hoje. Nada melhor então do que um novo ciclo, uma nova chance de reescrever a história.

Tite na Seleção

  • 26 jogos
  • 20 vitórias
  • 4 empates
  • 2 derrotas
  • 55 gols pró
  • 8 gols contra
  • 85,7% de aproveitamento

– A dor da derrota contra a Bélgica ainda é forte, não adianta esconder. Todos me falaram que ficaram semanas sem sair ou querer conversar. Eu mesmo já acordei de noite algumas vezes achando que tínhamos empatado. Não dá para apagar a Copa, até porque ela teve coisas boas. Mas queremos jogar demais amanhã (sexta) – frisou Tite.

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