Médico acreano celebra saída de cubanos: “posso trabalhar na minha cidade natal”


"Quando me formei, não tive oportunidade, porque os nove postos estavam ocupados por cubanos”, diz

O ALTO ACRE

Após lançamento do edital com 8.500 vagas para serem preenchidas por médicos formados no exterior e com diplomada revalidado no Brasil, na tentativa de preencher as vagas abertas com o fim do programa Mais Médicos, o médico acreano Marcelo Lima, natural de Brasiléia, comemorou a possibilidade de ser contratado para trabalhar em sua própria cidade.

Médico acreano Marcelo Lima/Foto: Reprodução

Negando a informação de que os médicos se recusam a trabalhar no interior do estado, o médico acreano formado na Bolívia afirmou, através de postagem no Facebook, que finalmente terá a chance de trabalhar em Brasiléia.

“Tem gente que fala o que não sabe. Eu sou médico acreano, finalmente vou ter a chance de trabalhar no meu município, que é no interior do Acre. Quando me formei não tive oportunidade, porque os 9 postos estavam ocupados por cubanos”, diz.

O rompimento do convênio entre Cuba e Brasil foi anunciado na última semana e desde lá várias polêmicas envolvendo o assunto tem sido levantadas, inclusive a de que o Acre perde 104 médicos e que o interior ficaria desassistido, haja vista que médicos não querem trabalhar em cidades do interior.

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