A defesa do ex-deputado federal e coronel Hildebrando Pascoal, acusado de chefiar um grupo de extermínio no Acre, conseguiu derrubar a decisão da juíza da Vara de Execuções Penais, Luana Campos, nesta segunda-feira (24), que havia revogado a prisão domiciliar do ex-coronel e determinado seu retorno à Unidade de Regime Fechado.
A juíza plantonista do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) manteve a prisão domiciliar de Hildebrando.
Hildebrando Pascoal/Foto: Reprodução
De acordo com Luana, embora Pascoal tenha recebido o benefício em dezembro de 2016, mais duas condenações foram dadas pela Vara, em dois processos que tramitavam, o que faria aumentar sua pena e reclusão no Presídio Antônio Amaro Alves.
A advogada do coronel, Fátima Pascoal, não se manifestou sobre a nova decisão.
Pascoal estava cumprindo pena em Rio Branco por tráfico, tentativa de homicídio e corrupção eleitoral. Em 2009, ele foi condenado pela morte de Agilson Firmino, o ‘Baiano’, caso que ficou conhecido popularmente como ‘Crime da Motosserra’. As condenações todas somam mais de 100 anos.
