Rio Branco, Acre,





Ameaçado de morte, Rodrigo diz que vai pedir a Bolsonaro e Sérgio Moro a reabertura do “Caso Edmundo Pinto”


"Eu já fui ameaçado de morte. Já está nas mídias, nos comentários que eu não posso pisar no Acre. Eu vou pisar no Acre, sim!"

SAIMON MARTINS, DO CONTILNET

O ex-vereador do município de Rio Branco, Rodrigo Pinto, filho do ex-governador do Acre, Edmundo Pinto, assassinado em São Paulo em 1992, gravou um vídeo em sua página no Facebook na manhã deste domingo (10) para dizer o que pensa sobre o documentário produzido pela Netflix, que revela em uma série, detalhes da morte do pai. Segundo ele, ainda em 2014, teve conhecimento do material audiovisual quando estava trabalhando no Congresso Nacional como assessor parlamentar.

Rodrigo ressaltou que o objetivo da divulgação do conteúdo, que ele classificou como ‘chulo” e digno de um roteiro de Hollywood, é confundir a opinião pública.

“Querem induzir a população e aos novos representantes da Justiça, como o senhor Sérgio Moro, como o presidente da República Jair Bolsonaro e juízes que assumiram a Lava Jato que o crime foi latrocínio”, ponderou.

Rodrigo Pinto frisa que fará uma carta aberta ao presidente Jair Bolsonaro e ao juiz Sérgio Moro pedindo a reabertura do caso, tendo em vista que, na opinião dele, o crime foi motivado pela verba milionária do Parque da Maternidade. O ex-parlamentar disse que o pai havia ido à São Paulo denunciar um esquema de corrupção do governo Collor de Mello.

“Esse documentário chulo, vagabundo, intencional. Vocês estão pensando que todos são ignorantes? Não sejam tolos. Eu não vou perder o equilíbrio. Eu já fui ameaçado de morte. Já está nas mídias, nos comentários que eu não posso pisar no Acre. Eu vou pisar no Acre, sim! Eu vou pisar em São Paulo, sim! Eu vou à Brasília, sim!”, afirmou.

Pinto, que reside em Dubai, acrescentou: “eu vou escrever uma carta aberta ao presidente Jair Bolsonaro, ao ministro da Justiça senhor Sérgio Moro e aos juízes da Lava Jato que reabram o caso do saudoso governador Edmundo Pinto. Naquele período o crime era de lavagem de dinheiro, corrupção ativa, onde os recursos para federais para chegar ao Estado tinha que passar por uma fatia de comissões entre ministros, secretários de estados, empresas, empresários para financiar essa massa”, declarou revoltado.

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