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Em seminário, prefeitura de Rio Branco discute gênero da Educação Municipal

Por ASCOM PMRB

Com o auditório do Palácio da Justiça lotado de um seleto público formado por professores da rede municipal de ensino (zona urbana e rural), a Prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Educação (SEME), em parceria com a Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos (SASDH) e o Tribunal de Justiça do Estado do Acre (TJ/AC), realizou nesta sexta-feira, 29, o I Seminário Sobre Gênero da Educação Municipal.

O evento, abordou a sensibilização das equipes gestoras de escolas do município para as questões voltadas à violência contra a Mulher e ao empoderamento feminino/Foto: ascom

Alusivo ao mês de março, quando se comemora o Dia Internacional da Mulher, o evento, abordou a sensibilização das equipes gestoras de escolas do município para as questões voltadas à violência contra a Mulher e ao empoderamento feminino.

Estiveram presentes ao seminário, Moisés Diniz, secretário municipal de Educação, Perpétua Almeida, deputada federal, Terezinha, vereadora do município de Feijó, Gleicicléia Gonçalves de Souza, diretora de ensino da Secretaria Municipal de Educação, Eva Evangelista, desembargadora do TJ/AC e coordenadora estadual da violência doméstica familiar contra a mulher, Lidianne Cabral, gerente do Departamento de Política para Mulheres do Município, Elza Lopes, gerente do Departamento de Promoção da Igualdade Racial do Município e Juliana De Angelis Carvalho, delegada titular da Delegacia de Atendimento à Mulher.

O congresso foi planejado para que os educadores possam ter conhecimento de tudo o que o poder público tem realizado sobre as políticas para as mulheres no município, assim como os direitos adquiridos e formas de acesso à esses direitos. O seminário também abordou questões voltadas ao fortalecimento da união e aliança entre mulheres (sororidade), ou seja, da empatia e companheirismo.

Coordenadora estadual da violência doméstica familiar contra a mulher, Lidianne Cabral, ministrou as palestras/Foto: ascom

As palestras foram ministradas por Lidianne Cabral que abordou o tema Políticas Públicas e Empoderamento Feminino e a coordenadora estadual da violência doméstica e familiar contra a mulher e a desembargadora Eva Evangelista, abordou a violência doméstica e familiar contra a mulher e os reflexos da violência nas escolas.

Lidianne Cabral lembrou que no caso da mulher educadora é importante que esta profissional saiba gerir de forma pedagógica as demandas da comunidade, porque, é quem está ali perto. “Temos o apoio da prefeita Socorro Neri. Estamos falando de uma mulher que tem um olhar aprimorado nessa área tão importante que é a educação”, disse.

Durante palestra aos professores, Eva Evangelista fez questão de enaltecer a prefeita Socorro Neri, pela forma dedicada e comprometida que trata a educação municipal. Ela também pontuou o número elevado de inquéritos na Delegacia da Mulher e defendeu uma política mais eficiente, junto aos órgãos que compõem o sistema criminal, de fácil acesso ao público feminino.

Mulheres durante seminário que ocorreu na última sexta (29)/Foto: ascom

Perpétua Almeida ressaltou que o país vive um momento em que não dá para ‘cochilar’. Ao falar da reforma da Previdência, nos moldes apresentado pela equipe econômica do Governo Federal, disse que é difícil pensar, ter em sala de aula uma professora, por exemplo: com idade de 65 anos ou mais, trabalhando.

O secretário de educação Moisés Diniz lembrou que a prefeita Socorro Neri decidiu criar, na esfera da Secretaria de Educação, a Coordenação de Saúde da Educadora, que vai atender da professora a merendeira, com vistas a apresentar uma proposta de prevenção dessas mulheres.

“Vamos nos esforçar ao máximo para a gente fazer justiça na educação. A prefeita tomou uma decisão para acabar, na educação municipal, com o tal do contrato provisório. Tem gente que há décadas vive fazendo seletivo todo ano em busca de um emprego, um trabalho, isso desidrata a qualidade do ensino e prejudica aos profissionais que não tem direito a décimo terceiro salário e nem salário durante o descanso (férias). Os provisórios serão apenas durante o processo transitório”, completou Diniz.

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