Rio Branco, Acre,





Novos procedimentos de segurança são implantados em presídios do Acre


As mudanças têm gerado resistência por parte dos reeducandos e familiares, que se manifestam contrários aos novos procedimentos

ASCOM

Com o objetivo de estabelecer a ordem e a disciplina, em conformidade com o total cumprimento da Lei, novos procedimentos de segurança estão sendo implantados nos presídios da capital e do interior do Estado do Acre. O planejamento estratégico das ações é gerenciado pelo governo do Estado do Acre, por meio do Instituto de Administração Penitenciária (Iapen).

As mudanças têm gerado resistência por parte dos reeducandos e familiares, que se manifestam contrários aos novos procedimentos/ Foto: cedida

O presidente do Iapen, Lucas Gomes, explicou que a rotina dentro dos estabelecimentos penais deve ser ditada pelo Estado e não pelos apenados. “Com essas medidas temos um controle melhor das ações que são desenvolvidas dentro dos presídios, com atividades de civismo e educação, com oficinas e todas as demais atividades que prepararão esses indivíduos para retornar ao convívio social”, afirmou.

Os procedimentos são implantados pelo Grupo Penitenciário de Operações Especiais (Gpoe), em conjunto com o Grupo de Escoltas Penitenciárias (GEP). As mudanças têm gerado resistência por parte dos reeducandos e familiares, que se manifestam contrários aos novos procedimentos.

“É um momento de transição em que a gente vê como algo positivo que está gerando essa resistência inicial, mas que deverá ser acatada, uma vez que é melhor para todos”, comentou o presidente.

Gomes ressaltou que os presídios serviam como espaços de crescimento da criminalidade, como verdadeiros escritórios do crime. “Hoje, o Estado tem retomado esses locais e implantado procedimentos que garantem segurança tanto para os reeducandos e seus familiares quanto para os servidores que ali prestam seus serviços”, finalizou.

O presidente do Iapen, Lucas Gomes, explicou que a rotina dentro dos estabelecimentos penais deve ser ditada pelo Estado e não pelos apenados/ Foto: cedida

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