Rio Branco, Acre,


Ministro Paulo Guedes diz que governos petistas do Acre sumiram com R$ 200 milhões

Declarações constam de um vídeo de uma palestra sobre pacto federativo e ele revela que dinheiro desapareceu na época do PAC

O ministro da Economia, Paulo Guedes, usou o Acre como referência do desperdício de dinheiro no país, ao revelar que governos passados, durante o PAC (Programa de Aceleramento do Crescimento), “sumiram com R$ 200 milhões”. Na época do PAC, nos governos de Lula e Dilma Rousseff, estavam no poder no Acre os governadores Binho Marques e em seguida Tião Viana, que governaram 12 dos 20 anos em que o PT e seus seguidores, que formavam a coligação Frente Popular do Acre (FPA), governaram o Estado. O vídeo está no Yotube hospedado num site chamado “Folha do Brasil” – o restante foi de Jorge Viana.

De acordo com as declarações do ministro, inicialmente, o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento) liberou R$ 100 milhões para obras do PAC e quando o dinheiro acabou, a Caixa Econômica Federal liberou mais R$ 100 milhões e hoje, além da falta do dinheiro, “não há obra, não há estrada, não tem nada”.

A declaração consta de um vídeo autêntico em que Paulo Guedes aparece falando num auditório para uma plateia atenta sobre desperdício de dinheiro público no Brasil pelo ralo da corrupção. É uma palestra sobre o Pacto Federativo. Ele diz: “o dinheiro no Brasil, 70 por cento, 65 por cento do dinheiro ficava lá em cima. Ministro com orçamento de cem bi, ministro com orçamento de 70, cheio de gente aqui em cima com dinheiro. E esse dinheiro era usado para fazer oito, nove ou dez estádios de futebol, quando na verdade, só precisava de seis para a Copa do Mundo…”.

Em seguida, acrescenta: “ontem, quando eu conversa com o estado do Acre, gastaram lá, num desses programas, que foi o PAC. Gastaram lá R$ 100 milhões, o BNDES deu R$ 100 milhões e quando acabou o dinheiro, a Caixa Econômica deu mais R$ 100 milhões e não tem um metro de estrada, isso, não tem obra, não tem nada. Simplesmente o dinheiro sumiu, sumiram com R$ 200 milhões lá. Então, tem ministro dizendo faz, joga dinheiro aqui, joga ali e quando você vai ver o dinheiro sumiu, com corrupção. Então não dar. O dinheiro tem que estar no local. O governador é que sabe se quer fazer escola, se quer fazer saneamento…”. O vídeo é interrompido quando ele começa a falar sobre pacto federativo.

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