Rio Branco, Acre,





Comunidades escolares são sensibilizadas sobre direitos e deveres das crianças e adolescentes


Está em andamento o calendário de palestras programado que atenderá todas as regionais de Rio Branco.

AGECOM TJAC

“A importância das regras e limites na educação de crianças e adolescentes” e “Aprendendo a conviver” são os temas que foram apresentados em palestras que compõem o programa Eca na Comunidade. A sensibilização é desenvolvida pelo Tribunal de Justiça do Estado do Acre, por meio da Coordenadoria da Infância e Juventude, em parceria com a Secretaria de Estado de Educação e Ministério Público do Acre.

Está em andamento o calendário de palestras programado que atenderá todas as regionais de Rio Branco.

Neste ano, já foram realizadas atividades em quatro escolas públicas da capital acreana, que mobilizaram cerca de 700 pessoas. Oportunidade em que foi possível conversar diretamente com os pais, professores e alunos sobre os direitos e deveres. As escolas atendidas foram Humberto Soares, Henrique Lima, Gloria Perez e Djalma Teles.

O projeto Eca na Comunidade tem a missão principal de difundir as normativas de proteção da criança e do adolescente. A pedagoga da Vara da Infância e Juventude de Rio Branco, Alessandra Pinheiro, explica que a atividade é uma ferramenta preventiva e educativa, em resposta ao alto número de medidas de proteção nestas unidades judiciárias.

Então, o objetivo é contribuir na educação para o exercício da cidadania. “A maioria dos casos está relacionado à negligência familiar, do poder público e até mesmo da escola. Desta forma, esse contato com as comunidades escolares dão oportunidade de interagir nas origens de muitos problemas”, explicou Alessandra.

De acordo com a demanda pedagógica relatada em cada localidade, outros assuntos também podem ser discutidos para combater problemáticas pontuais. Como a palestra sobre “Abuso sexual, como prevenir e denunciar”, “Bullying não é brincadeira” e “As crianças aprendem o que vivenciam”.

A sinergia entre escola, família e comunidade pode fazer da cidade um lugar melhor. “Conhecer nossos direitos é o primeiro passo para esses sejam respeitados”, conclui a pedagoga.

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