Rio Branco, Acre,





Moradores do Manoel Julião fazem festa para inauguração de novo Mercado Municipal 


O mercado foi construído pela Prefeitura de Rio Branco

LAMLID NOBRE, DO CONTILNET

Um antigo anseio dos moradores do Conjunto Manoel Julião e adjacências será realidade a partir deste sábado (15) quando será inaugurado oficialmente o Mercado Municipal Beatriz Lúcio Braña, localizado na Rua Luiz Z. da Silva. O local, com 575,96 m², tem espaço para abrigar cerca de vinte feirantes, que antes trabalhavam em condições precárias, agora numa estrutura totalmente nova e adequada com piso de concreto e cobertura metálica.

Estrutura totalmente nova./Foto: Associação de Moradores do Manoel Julião

O presidente da Associação de Moradores, Jordan Magno, disse que a comunidade está realizada e, por isso, preparam uma grande festa para marcar a data. “É com grande orgulho que estamos recebendo esse empreendimento que vai gerar renda ao pequeno produtor e um grande benefício aos moradores do bairro e seu entorno. Agradecemos a todos os envolvidos nessa obra, como também aos amigos e familiares da homenageada.”, disse, informando que depois do ato oficial de inauguração, às 7 horas da manhã, haverá um café da manhã e apresentação de bandas de música no local.

Novo Mercado tem espaço para 20 feirantes./Foto: Associação de Moradores do Manoel Julião

A obra da Prefeitura de Rio Branco tem como objetivo de fortalecer o empreendedorismo e incentivar a legalização de negócios informais na capital. O mercado vai oferecer uma alternativa aos pequenos comerciantes que atuam em box aperiódico, a trabalharem em um espaço específico, propício e que poderá se tornar uma referência no bairro.

O mercado foi construído pela Prefeitura de Rio Branco com recursos no valor de R$ 258.105,57, do Ministério da Defesa, a partir de uma emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão.

O secretário Municipal de Agricultura Familiar e Desenvolvimento Econômico (Safra), Elyson Ferreira de Souza, explica que a Prefeitura tem se colocado parceira das pessoas que exercem a atividade de comércio no varejo, no ramo da agricultura familiar. “No futuro, o novo Mercado poderá tornar-se também um ponto de interação social, além de um espaço de geração renda das famílias, que durante muito tempo atuaram em pontos de vendas edificados em espaços inconciliáveis com tipo de atividade da feira.”, concluiu.

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