Rio Branco, Acre,

Saiba como se tornar diplomata, com salário de até R$ 27,4 mil

O diplomata é um servidor público federal

O diplomata é um servidor público federal responsável por representar os interesses do Brasil no exterior. Participa de reuniões internacionais, negocia em nome do país e auxilia na formulação e na execução da política externa brasileira. Com salário bruto de R$ 19,2 mil a R$ 27,4 mil, é uma das ocupações mais disputadas no país. No último concurso, realizado em 2018, foram 278 candidatos por vaga.

O UOL preparou um guia com informações para quem deseja seguir nessa carreira.

O diplomata é um servidor público federal/Foto: reprodução

Como se tornar um diplomata?

Para trabalhar como diplomata, o candidato precisa ser aprovado em um concurso realizado pelo Instituto Rio Branco, órgão ligado ao Ministério das Relações Exteriores.

O que faz exatamente um diplomata?

Os diplomatas representam o Brasil perante a comunidade internacional. São responsáveis por colher informações necessárias à formulação da política externa, participar de reuniões internacionais, negociar em nome do país, dar assistências às missões no exterior e promover a cultura e os valores do povo brasileiro. Ao longo da carreira, costumam tratar de assuntos como paz e segurança, normas de comércio, direitos humanos, meio ambiente, tráfico de drogas e fluxos migratórios.

Quais são os requisitos necessários para ser um diplomata?

Além de ser aprovado no concurso, é preciso ter no mínimo 18 anos, ser brasileiro nato, estar em dia com as obrigações eleitorais e com o serviço militar (no caso de homens) e apresentar diploma de qualquer curso superior reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC). Se o diploma for estrangeiro, é necessário fazer a revalidação em alguma instituição nacional. Qual curso superior fazer para se tornar um diplomata? Qualquer um que seja aprovado pelo MEC. Análise do Instituto Rio Branco, no entanto, mostra que a maioria dos aprovados tem formação em cursos da área de humanas, como direito, administração, ciência política, relações internacionais, economia, letras, comunicação social, história e geografia.

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