Rio Branco, Acre,


Após reação da Energisa com manifestantes, deputado ameça: “Na CPI vai ter polícia”

"Quando eles vão lá, a gente recebe com cafezinho, água gelada, poltrona fofinha, então aguardem, pois vocês vão depor na CPI e lá vai ter polícia"

O deputado estadual Edvaldo Magalhães (PCdoB), declarou nesta quinta-feira (3), durante a manifestação realizada na frente do prédio da Energisa, em Rio Branco, que no dia do depoimento do diretor da empresa, que deverá ocorrer na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) à pedido da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), haverá a presença da Polícia Militar, além de um exemplar do Código Penal na mesa.

O fervoroso depoimento foi motivado após a empresa requerer na Justiça um mandado proibitório, no intuito de impedir a entrada dos manifestantes na sede da Energisa, no Acre. O pedido foi acatado pela juíza Zenice Mota, da 1° Vara Cível de Rio Branco.

“A nossa CPI aprendeu uma lição: quando eles vão lá, a gente recebe com cafezinho, água gelada, poltrona fofinha, então aguardem, pois vocês vão depor na CPI e lá vai ter polícia e o Código Penal em cima da mesa. Pois quando somos bem tratados e somos tratados no bico da chuteira, a gente também tem chuteira para chutar aqueles que desrespeitam a comunidade e o nosso povo”, declarou Magalhães.

Na ocasião, o parlamentar destacou em seu pronunciamento, que é necessário tomar atitudes mais drásticas contra a empresa no Acre. “A presença do coveiro aqui não é só simbólica, mas necessária, porque antes que a Energisa nos mate, a gente tem que enterrar a empresa”, explicou.

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