Rio Branco, Acre,


Gerlen Diniz ganha queda de braço contra o prefeito Mazinho Serafim em Sena

Ministério Público arquiva denúncia do prefeito conra o parlamentar por nepotismo cruzado

O prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim (MDB), acabou de perder mais um “round” na longa luta que ele vem travando contra um de seus principais adversários na política do município, o deputado estadual Gerlen Diniz (PP). O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) em Sena Madureira, através do promotor de justiça Daisson Gomes Teles, arquivou nesta terça-feira(08) processo em que Mazinho Serafim denúncia o deputado pelo chamado nepotismo cruzado em relação a policiais militares ligados ao parlamentar. A decisão do promotor está publicada o Diário Eletrônico do MPAC.

De acordo com a denúncia, os policiais militares Gene Gleen Diniz Andrade, 3° Sargento da PM, e a cabo PM Érica de Araújo Andrade, lotados no 8° Batalhão de Polícia Militar em Sena Madureira (AC), irmão e cunhado teriam sido lotados de forma ilegal no uzadoalhão em que trabalhavam por influência do deputado. Em despacho, o promotor entendeu que os PMs foram gregados ao Gabinete Militar do Governo do Estado do Acre, ficando adidos, para efeito de alterações e remuneração, à organização militar que lhe foi designada, continuando a figurar no respectivo quadro, sem número, no lugar em que ocupavam. “Não consta na denúncia comprovação acerca do parentesco mencionado, não vislumbrando, neste momento, a prática de nepotismo cruzado. Deste modo, da análise probatória do referido procedimento, entende-se não se encontrarem presentes elementos suficientes para o ajuizamento de ação civil”, disse o promotor.

A denúncia de Mazinho Serafim contra Gerlen Diniz foi feita em janeiro de 2019, no auge da briga entre os dois políticos. O prefeito enviou ofício ao Ministério Público cobrando providências responsabilizando o deputado Gerlen Diniz, pelo ato “nepotismo cruzado” em relação aos militares. Mazinho Serafim sustentou que o parlamentar teria utilizado de sua influência política para nomear seu irmão e sua cunhada como membros da guarda militar do governador, “retirando do pequeno efetivo de Sena os dois policiais militares”.

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