Desde a concentração, passando pelo transporte até os vestiários, será necessária de desinfecção e higienização prévia dos ambientes que as delegações vão frequentar. Também deverá ser disponibilizado álcool gel 70% em espaços estratégicos, inclusive no banco de reservas. Estes deverão ser ocupados de forma intercalada. No máximo 10 jogadores e cinco membros da comissão técnica terão permissão ficar no banco.
Apenas os jogadores, em campo, poderão permanecer sem máscara durante a partida. Fora isso, os reservas, a comissão técnica, a arbitragem, policiais, imprensa e todos os outros envolvidos terão de usar máscara, além de apresentar testes de covid–19 feitos recentemente com o resultado negativo para a doença. Neste período, será dispensado o teste de doping.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_bc8228b6673f488aa253bbcb03c80ec5/internal_photos/bs/2020/0/O/KjnslNQMq1D31Au1BeTw/jogo-seguro.jpg)
Slogan do “Jogo Seguro”, protocolo da Ferj para volta aos treinos — Foto: Divulgação
Os gândulas ficarão responsáveis por higienizar as bolas no momento em que elas saírem das quatro linhas. Quanto à escolha dos gândulas e maqueiros, curiosamente, a Ferj pede que sejam priorizados aqueles que já tenham passado pela fase ativa da doença e que, após testados, estejam curados.
Em suas redes sociais, a Ferj postou imagens de policiais e árbitros que atuarão na partida sendo testados:
A Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (@FFERJ) dentro do previsto no Protocolo #JogoSeguro, realizou testes de COVID 19 em 12 árbitros e em 12 policiais do Batalhão Especializado de Policiamento em Estádios.#JogoSeguro #JuntosVamosVencer pic.twitter.com/xbvml8173d
— Cariocão (@Cariocao) June 17, 2020
Todos os profissionais que trabalharão nos jogos terão de assinar um “termo de consentimento” que explica os deveres e os riscos relacionados à presença na partida. O protocolo foi confeccionado por médicos das equipes e aprovado por presidentes de todos os clubes, durante o Arbitral da última terça-feira.
