Acre está entre os Estados que apostam em teste de coronavírus menos eficiente

Um levantamento feito pelo jornal Estadão nesta semana mostra que dois a cada três Estados apostam em teste de coronavírus menos eficiente. O Acre está nesta estatística.

Considerada a única modalidade eficiente para o controle da pandemia do novo coronavírus, o teste de RT-PCR é realizado em menor escala.

Especialista apontam que só o teste molecular (PCR) permite identificar os doentes ativos, ajudando assim a diminuir a transmissão.

Além do Acre, em Rondônia, Paraíba, Alagoas e Piauí também se faz menos testes moleculares quando comparados a outros tipos.

Para chegar a tal resultado, o jornal solicitou informações junto às secretarias estaduais de Saúde sobre o total de exames e os tipos de testes aplicados, além de boletins epidemiológicos.

Segundo o levantamento, só três Estados têm maior proporção de PCR. Em Santa Catarina, o governo afirma ter realizado 110,2 mil exames moleculares, o que representa 67% do total. Os outros são Espírito Santo (61,4%) e Sergipe (59,8%) – embora, em número absolutos, este último tenha realizado apenas 60,7 mil exames, já considerando todos os tipos.

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