Rio Branco, Acre,


Presidente do Estrelão diz que desistiu de atacante acusado de estupro: “Evitar polêmica”

Jobson já foi preso acusado de estupro e tem a carreira envola em polêmicas com drogas

O presidente do Rio Branco, Valdemar Alencar, revelou que após a contratação de Bruno Fernandes, o clube buscava a contratação do atacante Jobson, de 32 anos, para reforçar o clube na disputa das competições deste ano. No entanto, após a repercussão negativa, o dirigente disse que não vai levar as negociações adiante.

“A gente recebeu uma proposta de empréstimo do jogador que pertence ao União Cacoalense de Rondônia. Era uma proposta boa, ia resolver o ataque. Mais já vi que a repercussão está negativa. Vamos evitar polêmica”, declarou.

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O ex-jogador foi preso em junho de 2016 por estupro de vulnerável. Uma das adolescentes, que diz ter sido abusada pelo jogador, procurou a polícia depois que uma foto dela foi parar em um grupo de troca de mensagens na internet. Jobson nega todas as acusações.

Ainda segundo a vítima, o jogador teria aliciado a menor em Conceição do Araguaia junto com outras três adolescentes e teria levado as jovens para a chácara de sua propriedade, localizada na cidade de Couto de Magalhães, oeste do Tocantins. Lá, as vítimas teriam sido embriagadas e entorpecidas para, em seguida, serem abusadas sexualmente.

Jobson é acusado dos crimes estupro de vulnerável, ameaça, disponibilização de fotografia pornográfica de adolescente na internet e oferecimento de bebida alcoólica a adolescente.

O jogador já defendeu o Botafogo, Bahia e Atlético-MG e o Independente-PA no primeiro semestre deste ano. Mas sua carreira é envolta em polêmicas, ele foi acusado pelo clube Al Ittihad, da Arábia Saudita, de se recusar a fazer exame antidoping. Posteriormente, a Fifa deu validade mundial à pena que, de início, foi imposta pela Federação Saudita de Futebol.

O presidente do Rio Branco explicou que caso de concretização da negociação, a imagem do Rio Branco pode ficar manchada negativamente em decorrência do histórico do atleta. “Eu penso que se a pessoa tá livre liberado pela justiça não tem problema, mas, nem todos pensam assim”, explicou.

 

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