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‘Umbrella Academy 2’ aborda temas atuais como racismo

Em entrevista à revista norte-americana Cosmopolitan, Ellen Page, que interpreta uma das protagonistas da trama, afirmou que esta segunda leva de episódios tem um propósito social que vai além da fantasia

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Estreou nesta sexta-feira (31) a 2ª temporada de “The Umbrella Academy”, série da Netflix inspirada nos quadrinhos de Gerard Way (ex-vocalista do My Chemical Romance) e o ilustrador brasileiro Gabriel Bá, que narra as aventuras de uma família de super-heróis.

Em entrevista à revista norte-americana Cosmopolitan, Ellen Page, que interpreta uma das protagonistas da trama, afirmou que esta segunda leva de episódios tem um propósito social que vai além da fantasia.

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“A série explora questões levantadas durante o movimento dos direitos civis, exemplos terríveis de brutalidade policial, a maneira como manifestantes pacíficos e os negros são tratados, e como isso não mudou. Eu acho que será evidente para uma gama maior de pessoas [que estão] vendo mais diretamente o que está acontecendo, e o que nossa sociedade realmente é”, afirmou ela, acrescentando que o seriado também abrange tópicos como impactos das mudanças climáticas.

“É tão interessante que começamos a filmar o programa antes da pandemia, e então terminamos o programa, e estamos na pandemia e no movimento Black Lives Matter”, disse o produtor executivo Steve Blackman ao portal Geek Culture, sobre os temas da 2ª temporada. “A verdade é que queríamos mostrar como Allison era uma pessoa de cor em Dallas em 1963, ou Vanya sendo uma pessoa que é gay ou gay”.

Em uma outra entrevista, ao portal Uproxx, Blackman disse que não pretende avançar na história da série para além dos quadrinhos. Apesar das adaptações feitas especialmente para o audiovisual, ele diz que quer trabalhar em colaboração com Way e Bá, diferente do que foi seguido por produções como “Game of Thrones”.

Ao Business Insider, ele afirmou ainda que uma terceira temporada não está confirmada, mas que já sabe qual seria a trama dela, caso existisse. “Eu sei que Gerard Way tem muitos volumes [de quadrinhos] em mente […] Gosto de pensar que poderíamos fazer pelo menos quatro temporadas”.

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