Rio Branco, Acre,


Comerciante é preso por suspeita de estupro; criança foi abusada por dois anos

Acusado não será mais ouvido na delegacia. O inquérito já foi remetido e ele prestará esclarecimentos na Justiça

Suspeito de abusar sexualmente de uma menina de 11 anos, um comerciante de 42 teve a prisão preventiva decretada pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro por crime de estupro de vulnerável. Segundo a polícia, os abusos vinham acontecendo há pelo menos dois anos. Depois de um trabalho de investigação da 24ª (Piedade), o homem foi detido no Maranhão, nesta quarta-feira (9), por policiais da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) daquele estado, na cidade de Paço do Lumiar, que fica aproximadamente a uma distância de 20 quilômetros de São Luís, capital maranhense.

Ele deverá ser transferido para o Rio de Janeiro nos próximos dias. De acordo com o delegado Alessandro Petralanda, da 24ªDP (Piedade), a família da menor procurou a delegacia no último dia 20 de agosto, após a menina contar que vinha sendo estuprada seguidamente pelo homem que também era seu parente. De acordo com o delegado, a criança sofria ameaças para não contar que era vítima de violência sexual.

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“Ele vinha estuprando a menor há dois anos e a ameaçava de morte para que ela não contasse nada. A criança conseguiu contar o que estava acontecendo e a família nos procurou. Instauramos um inquérito, fizemos o corpo delito que confirmou a violência sexual, e pedimos a preventiva. A prisão foi decretada e descobrimos que ele havia fugido para o Maranhão. Fizemos um trabalho em parceria com a DRF maranhense, que fez a prisão nesta quarta feira”, explicou o delegado.

O suspeito não deverá mais prestar depoimento na 24ªDP. Como o inquérito já foi concluído, a previsão é a de que o homem seja ouvido na fase judicial, quando já estiver à disposição da Justiça em um presídio do sistema penitenciário do Rio. Segundo a polícia, ele não tinha antecedentes criminais. “Agora ele não será mais ouvido na delegacia. O inquérito já foi remetido e ele será ouvido pela Justiça”, concluiu o delegado delegado Alessandro Petralanda.

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