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Após Faea reivindicar liberação de piscinas, atividades aquáticas são autorizadas com restrições

Por G1

Depois da Federação Aquática do Estado do Acre (Faea) emplacar uma campanha pela liberação das piscinas no Acre e o retorno das atividades aquáticas, na última semana, o Comitê de Acompanhamento Especial da Covid-19 publicou nesta quinta-feira (8), no Diário Oficial do Estado, uma resolução autorizando a retomada dessas práticas “durante o Nível de Atenção (cor amarela), em academias de ginástica”, desde que respeitadas as restrições previstas nos protocolos sanitários estadual e municipais.

Resolução foi publicada no Diário Oficial do Estado nesta quinta-feira (8) — Foto: Reprodução/Diário Oficial do Estado/g1

 

A resolução é assinada pelo secretário de Saúde do Estado, Alysson Bestene. O presidente da Faea, Ricardo Sampaio, destaca a importância da iniciativa para colocar de volta à ativa os profissionais, alunos e atletas que estavam parados e também para garantir uma melhor qualidade de vida à população.

– A volta é de suma importância. Colaboradores, professores que amam essa atividade, voltar a trabalhar, voltar a fazer o que de fato gosta de fazer. É tão importante pra população do Acre, pro estado do Acre a volta da atividade aquática, tão segura dentro dos seus protocolos, e melhorando o estado físico da população e como forma de combate ao Covid. A gente sabe que nossa atividade trabalha a parte respiratória da população e voltar a trabalhar e melhorar a qualidade de vida de todos os nossos clientes – ressalta.

O dirigente admite que o calendário da temporada da natação acreana foi comprometido em virtude do longo tempo de paralisação das atividades e o pouco tempo para o encerramento do ano. Ele destaca que a entidade vai observar o primeiro mês de retorno das atividades para definir se haverá ou não competições.

E não descarta que participar de disputas fora do Acre.

– O calendário da federação de fato foi comprometido. A tendência é que as escolinhas, a partir da semana que vem, já estejam recebendo os alunos para volta das atividades e aí a gente vai sentir como cada um vai voltar, vendo o número de alunos. A gente sabe que vai voltar com um número bem menor de alunos porque existe o protocolo e a gente tem que cumprir esse protocolo de segurança. Então, a gente vai aguardar os primeiros 30 dias da volta, sentir como vai ser a conversa com os professores e aí pensar em fazer um evento. Se não for aqui no nosso estado, fora do estado também – finaliza.

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