Rio Branco, Acre,


Comitê de Acompanhamento da Covid-19 nega interferência política nos trabalhos

Nesta sexta, diversos membros se manifestaram repudiando insinuações de pressões eleitorais

Vários membros do Comitê de Acompanhamento Especial da Covid-19 repudiaram, na manhã desta sexta-feira (13), insinuações de que estariam escondendo dados por conta de pressões políticas e eleitorais. As manifestações aconteceram em coletiva de imprensa para o 11º anúncio da classificação do nível de risco para as três regionais de saúde do Acre.

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A primeira a falar sobre o assunto foi a coordenadora do comitê, Karolina Sabino, que afirmou estar descontente com as informações veiculadas em redes sociais e grupos de Whatsapp. “Temos instituições renomadas conosco e que jamais permitiriam qualquer tipo de pressão política. O comitê é íntegro e desenvolve um trabalho sério e desafiador”.

O secretário de Saúde Alysson Bestene, que media os anúncios do comitê, chamou as informações de fake news e disse que elas atrapalham os trabalhos de combate à pandemia no estado.

Já o médico infectologista Thor Dantas disse que se houvesse interferência ele seria o primeiro a pedir para se afastar. “Nunca me senti pressionado por nenhuma decisão política no comitê. Nosso trabalho é técnico”, garantiu.

Representando o Ministério Público do Acre (MPAC), o promotor de Justiça Glaucio Oshiro chamou as acusações de levianas e irresponsáveis e reforçou que elas promovem o desequilíbrio dentro do grupo. “O MPAC repudia veementemente essas informações. Estamos aqui trabalhando com muito afinco”.

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