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18 abril, 2021 12:36 pm

CBHb realiza eleições dia 1º de fevereiro; Bolha concorre na 2ª vice-presidência

POR NA MARCA DA CAL

Em meio a uma crise moral e ética vivida no ano passado, a Confederação Brasileira de Handebol (CBHb) convocou para o próximo mês as eleições para a nova composição de uma nova diretoria.

O último presidente eleito na CBHb, Manoel Luiz Oliveira, acusado de mau uso do dinheiro público durante o Campeonato Mundial de 2011, ocorrido no Brasil, foi afastado do cargo no mês de setembro, por decisão judicial.

No mês de dezembro, o vice-presidente Ricardo Souza, o Ricardinho, após ser punido com dois anos de suspensão pelo conselho de ética do Comitê Olímpico do Brasil (COB) por acusação de assédio sexual durante os Jogos Pan-Americanos de Lima, renunciou à presidência.

O dirigente chegou a comandar a entidade por força de uma liminar, mas não resistiu à pressão e renunciou.

Composição

Entre as opções políticas para administrar a CBHb aparecem a chapa “Frente Brasil de Handebol – Movimento de Reconstrução”.

A composição política é formada por Felipe Casão (presidente), Marcelo Rizzotto (vice-presidente) e Maria Rosaídes, a Bolha (2ª vice-presidente).

Bolha comanda o handebol acreano há 16 anos e durante esse período tem conseguido realizar boas competições e contribuído na revelação de novos talentos para a modalidade em nossa região.

Feliz pelo convite de fazer parte do processo eleitoral, Bolha declarou: “Me sinto honrada em representar o Acre, a nossa Região Norte e o país em uma função, muitas vezes, ocupada prioritariamente por homens.

Só tenho a agradecer a sensibilidade da chapa “Frente Brasil de Handebol – Movimento de Reconstrução”, por entender à importância da representatividade feminina na administração da modalidade”, disse Bolha, acrescentando que é hora de mudança na CBHb.

Proposta

O processo eleitoral será realizado de forma virtual e ocorre no próximo dia 1º de fevereiro.

Segundo Bolha, de 57 anos, a chapa “Frente Brasil de Handebol – Movimento de Reconstrução” conta com a perspectiva de 90% dos votos da Região Norte.

A dirigente explica ainda que a transparência com os recursos e a pacificação dos conflitos dentro da entidade estão entre as prioridades da sua chapa, assim como a presença feminina na administração, associada a uma gestão participativa ouvindo pessoas que fazem o handebol no país.