Rio Branco, Acre,


Cena a cena, como foi o assalto cinematográfico que fez refém toda uma cidade de Santa Catarina

Foi apenas quando houve uma segunda sequência de estampidos que Sérgio Eduardo Firme, de 51 anos, o responsável pela equipe, levantou a suspeita menos provável

Naquela segunda-feira, dia 30 de novembro de 2020, faltando dez minutos para a meia-noite, quatro funcionários da prefeitura ouviram uma série de estouros em Criciúma. Eles, que trabalhavam no setor de manutenção da Diretoria de Trânsito e Transporte, estavam pintando a faixa de pedestres da Rua São José, na região central do município catarinense.

Por morarem numa cidade tranquila, com 217 mil habitantes, os homens imaginaram se tratar de fogos de artifício ou do escapamento desregulado de algum carro. Foi apenas quando houve uma segunda sequência de estampidos que Sérgio Eduardo Firme, de 51 anos, o responsável pela equipe, levantou a suspeita menos provável. “Tiros!”, disse, alarmado, para os colegas.

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