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Bolsonaro chega ao Acre às 8h30 na quarta para sobrevoar áreas afetadas pelas cheias

Por NANY DAMASCENO, DO CONTILNET

Bolsonaro chega ao Acre às 8h30 na quarta para sobrevoar áreas afetadas pelas cheias

A agenda do presidente Jair Bolsonaro no Acre está confirmada. O presidente da República chega ao estado às 8h30 da manhã de quarta-feira (24). Esta é a primeira vez que ele visita o estado depois de eleito.

Bolsonaro deverá estar acompanhado do senador Marcio Bittar, que intermediou a visita e fará um sobrevoo às regiões afetadas, principalmente no município de Sena Madureira, em seguida, fará uma coletiva de imprensa onde deve anunciar recursos federais para o Acre.

De acordo com a Defesa Civil do Estado, as enchentes afetam aproximadamente 130 mil pessoas, além delas, o Estado enfrenta outras três crises simultâneas – surto de dengue, pandemia da covid-19 e crise migratória –. Entre as medidas que o governo federal deve anunciar, está a liberação de R$ 450 milhões de investimentos.

Nesta segunda-feira, o Comitê Covid-19 reclassificou pela segunda vez todas as regionais do estado em nível de emergência. Desde 1º de fevereiro, a bandeira vermelha, a mais severa da classificação de risco está em vigor. Somente atividades essenciais são permitidas.

Com o sistema de saúde sobrecarregado em a beira de um colapso, o governador Gladson Cameli decretou nesta segunda-feira (22), estado de calamidade pública nos municípios de Rio Branco, Sena Madureira, Santa Rosa do Purus, Feijó, Tarauacá, Jordão, Cruzeiro do Sul, Porto Walter, Mâncio Lima.

O decreto leva em conta as cheias enfrentas pelos 10 municípios citados, a pandemia da covid-19, crise migratória e epidemia da Dengue, além do comprometimento da BR-364 em sua estrutura em diversos pontos devido à inundação e ao desmoronamento da encosta da rodovia, gerando o isolamento de Manoel Urbano, Feijó, Tarauacá, Cruzeiro do Sul, Rodrigues Alves e Mâncio Lima, o que veio agravar ainda mais a situação desses municípios.

Até o momento o Acre já registra os 2 óbitos devido a inundação, sendo um no município de Cruzeiro do Sul, um em Tarauacá.

Um possível isolamento do Acre com a cheia do Madeira também foi um dos motivos citados no decreto.

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