Rio Branco, Acre,


PVH: dono de academia, candidato a vereador e mais dois empresários são presos por venderem drogas em raves

Imagens capturadas pela polícia mostram que, entre as drogas comercializadas por eles, estavam cocaína, maconha, ecstasy, LSD e codeína na capital

O dono de uma academia, um ex-candidato a vereador e outros dois empresários da capital foram presos pela Polícia Federal (PF) suspeitos de integrarem uma associação voltada ao tráfico de drogas. A prisão dos suspeitos aconteceu durante a operação Sniper, deflagrada nesta quinta-feira (4).

Segundo a PF, os suspeitos distribuíam drogas sintéticas em festas particulares, como “raves”, e para grupos de amigos. Imagens capturadas pela polícia mostram que, entre as drogas vendidas, estavam cocaína, maconha, ecstasy, LSD e codeína.

Os mandados da operação foram autorizados pela pela 1ª Vara de Delitos de Tóxicos. Ao todo, 35 agentes da PF foram às ruas nesta quinta-feira para cumprirem oito mandados de busca e apreensão e quatro de prisão.

O G1 teve acesso aos mandados da justiça e, entre os presos nesta quarta-feira, estão:

Kazan R. Felipe, dono de uma academia de musculação no bairro Nova Porto Velho

Patrique Estefano, 28 anos, proprietário de uma boutique de suplementos

Italo Ogliari, empresário

Hiago Gonçalves, 28 anos, ex-candidato a vereador da capital nas eleições 2020

A reportagem tenta localizar a defesa dos suspeitos.

De acordo com a PF, as investigações contra os suspeitos tiveram início no final de 2019. Neste período, com autorização da justiça, os policiais conseguiram imagens e até áudios dos jovens comercializando os entorpecentes.

Neste período foram feitas várias denúncias contra os jovens empresários. Hiago Gonçalves, um dos vendedores, chegou a postar fotos da droga em sua rede social.

Ex-candidato a vereador chegou a postar imagens de drogas em seu perfil no Instagram — Foto: Reprodução

Ex-candidato a vereador chegou a postar imagens de drogas em seu perfil no Instagram — Foto: Reprodução

Os quatro presos estão sendo interrogados na sede da Polícia Federal. Em seguida os presos serão levados ao presídio da capital.

 

Operação Sniper

 

O nome da operação, segundo a PF, faz referência à precisão em separar, entre um número grande de investigados, exatamente os que praticavam tráfico de drogas.

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