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9 maio, 2021 12:33 am

Saiba como Kobe e Durant venceram campeonatos e também o Oscar

Na última década, jogadores da NBA têm usado poder e influência para dominar mercados além do basquete

POR METRÓPOLES

Chegar ao topo de uma profissão já é bastante difícil. Agora, imagine receber o reconhecimento máximo em duas áreas diferentes?

A atual geração de jogadores da NBA têm feito parecer que a façanha não é tão impossível assim.

No último domingo (25/4), Kevin Durant e Mike Conley se juntaram a Kobe Bryant como os únicos jogadores da NBA a terem vencido o Oscar.

Os jogadores do Brooklyn Nets e Utah Jazz, respectivamente, entraram para o cobiçado hall dos vencedores do prêmio como produtores executivos de Two Distant Strangers, que levou na categoria de Melhor Curta-Metragem.

Em 2018, Kobe, que morreu em um acidente de helicóptero no começo do ano passado, também venceu o Oscar de Melhor Curta-Metragem por Dear Basketball, baseado em um poema escrito pelo próprio ex-jogador como uma homenagem ao esporte que disputou profissionalmente por 20 anos.

Embora a incursão de atletas profissionais no cinema não seja exatamente uma novidade (veja, abaixo algumas participações de jogadores da NBA, inesquecíveis e nem tanto), chama a atenção o volume, diversidade e qualidade dos projetos nos quais eles têm se envolvido atualmente.

LeBron James, por exemplo, não ganhou um Oscar pela sua elogiável participação na comédia Descompensada, de 2015, prêmio que também não deve vir com Space Jam: um Novo Legado, que estreia em 14 de julho.

No entanto, o jogador do Los Angeles Lakers venceu um Emmy em 2019 com What’s My Name: Muhammad Ali, vencedor na categoria de Melhor Documentário Esportivo.

No mesmo ano, ele foi indicado por Melhor Série ou Especial Esportivo por The Shop: UNINTERRUPED.

O jogador conhecido pela alcunha de Rei, aliás, é um dos grandes responsáveis pela era de empoderamento dos jogadores da NBA, que lhes permitiu ampliar o alcance dos seus negócios e virar parceiros nos empreendimentos, e não apenas meros empregados.

Isso vai desde os contratos que os jogadores assinam com seus times — tendo, atualmente, mais influência sobre onde eles querem jogar, com quem, a longevidade e valores de seus acordos –, quanto em relação a negócios envolvendo moda, acordos literários, música, cinema e tv.