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11 maio, 2021 6:45 pm

Valdivia revê o futebol brasileiro em jogo diante do Flamengo na Libertadores

O jogador, conhecido como "El Mago", assinou contrato com o Unión La Calera faz dois meses

POR NOTÍCIAS AO MINUTO

Omeia Valdivia, hoje com 37 anos e longe da melhor forma física dos tempos do Palmeiras, é um dos jogadores do Unión La Calera, do Chile, que visita o Flamengo nesta rodada da Copa Libertadores.

O jogador, conhecido como “El Mago”, assinou contrato com o clube do seu país faz dois meses, com poucas atuações ainda: quatro no total.

Mas ele continua sendo aquele armador de jogadas e passes rápidos do meio de campo, a exemplo do que mostrou no Palmeiras, quando usava a camisa 10.

Ele deve ficar no banco de reservas nesta terça-feira no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro.
O Unión La Calera não é um dos grandes times da Libertadores, mas empatou com a LDU por 2 a 2 em sua estreia no Grupo G, que tem o Flamengo na liderança.
Quem se lembra de Valdivia sabe da sua categoria, mesmo um pouco mais veterano. Ele toca de primeira e inteligente e capaz de deixar seus companheiros na cara do gol.

Se jogar, isso ainda não está confirmado, será uma preocupação a mais para o setor defensivo do Flamengo. O técnico Rogério Ceni jogou contra o ex-palmeirense.

Velocidade não é seu forte, mas ele sabe segurar a bola, irritar a marcação e cadenciar a disputa dentro de campo.

O Unión La Calera não deve enfrentar um dos melhores times da América do Sul em sua casa de peito aberto. Seria um suicídio. Daí a necessidade de um cara como Valdivia.

O passado contra o Flamengo até pode ajudá-lo a conseguir um lugar na equipe. Das seis partidas que fez contra o time carioca, Valdivia festejou quatro vitórias.

Contra a LDU, na semana passada, ele ficou no banco de reservas. No Campeonato Chileno, já marcou um gol de pênalti.

O torcedor do Palmeiras tem por Valdivia um sentimento de gratidão e respeito, embora tenha também reclamando muito da “pouca vontade” do jogador de se colocar em forma para atuar naqueles anos.

Ele era cobrado por se machucar demais, desfalcar a equipe e não se colocar à disposição do treinador. Mas quando entrava, o torcedor gostava do que fazia em campo.