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23 junho, 2021 4:41 pm
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MS tem 231 pacientes com Covid-19 na fila de espera por leitos clínicos e de UTI em hospitais

São 171 pessoas na fila na central de regulação da macrorregião de Campo Grande, 54 na da macro de Dourados e 6 na central estadual.

POR G1 MS

Mato Grosso do Sul registra na manhã desta segunda-feira (24) uma taxa de ocupação de leitos de terapia intensiva (UTI) para tratamento de Covid-19 de 99,47%, segundo dados da secretária estadual de Saúde (SES).

O estado tem 1.168 pessoas hospitalizadas com a doença, sendo 677 em leitos clínicos e 491 de UTIs. Além dos pacientes internados, 231 pessoas com a doença aguardam na fila para transferência a hospitais do estado.

Na central de regulação da macrorregião de Campo Grande são 171 pessoas na fila, sendo 142 na capital. Já na unidade de regulação da macro de Dourados são 54 e na central do estado mais 6 pacientes.

Nesta segunda, Mato Grosso do Sul confirmou 1.175 casos novos de Covid. A média móvel de infectados chegou 1.701,9 por dia (tomando por base os registros dos últimos 7 dias). É a quarta vez consecutiva que a média é a maior de toda a pandemia. O número de contaminados com o coronavírus chegou a 278.052.

Em relação as mortes, foram confirmadas mais 31. A média móvel chegou a 37,6 por dia, nos últimos 7 dias e o total de vidas perdidas para a doença chegou a 6.492. A taxa de letalidade permanece em 2,3%.

O estado, conforme os dados da SES, tem 17.054 casos ativos da doença. Com sintomas leves ou assintomáticos 15.886 estão cumprindo isolamento domiciliar.

Além dos registros confirmados, Mato Grosso do Sul tem ainda 9.572 casos suspeitos. Em análise nos laboratórios estão 1.409 amostras de testes e os municípios têm 8.163 notificações em aberto.

A taxa de contágio permanece desde domingo (23) em 1,1.

O secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende, desde a semana passada alerta para o agravamento da pandemia e para o risco de uma terceira onda da doença. Já para o professor da UFM pesquisador da Fiocruz, o infectologista Júlio Croda, os dados indicam o início da terceira onda da pandemia, enquanto que outro pesquisador da Fiocruz, Rivaldo Venâncio, acredita esses registros ainda fazem parte da segunda onda da doença.

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