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21 julho, 2021 1:56 pm
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Explosão do garimpo em terra indígena deixa 4 lições sobre como a devastação avança na Amazônia

Apenas na terra Munduruku há 442 garimpos ativos, segundo entidades. Desgoverno transformou território em Jacareacanga em exemplo do que pode dar errado na gestão de terras e povos protegidos

POR G1

A Terra Indígena (TI) Munduruku, no Pará, sofre desde março com invasões, incêndios e ataques praticados por garimpeiros armados. A exploração mineral nessas áreas é crime, mas prospera sem reação efetiva de autoridades, tanto que a tomada de ações contra as ilegalidades precisou ser determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) mais de uma vez somente neste ano.

Abaixo, nesta reportagem, especialistas e órgãos resumem, em 4 pontos, o que torna a ação de criminosos possível, como a realidade da cidade de Jacareacanga (Pará) mostra o retrato do desgoverno ambiental em proteger terras indígenas e quais lições os sucessivos ataques ao povo Munduruku deixam para o combate ao garimpo ilegal no principal bioma do país e do mundo, a Amazônia.

Os pontos destacados pelos especialistas ouvidos pelo G1 são:

1. Devastação cresce sem operações efetivas contra o garimpo
2. Organizações criminosas tornam o garimpo uma atividade empresarial
3. Comércio do ouro ilegal alimenta exploração em terras indígenas
4. Atuação de líderes políticos ou órgãos de governo gera incentivo direto ou indireto

Além disso, como bônus, saiba como está a escalada da violência na Terra Munduruku, segundo o relato dos próprios indígenas.

Veja em detalhes no G1, clicando AQUI.

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