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Rio Branco
5 agosto 2021 5:05 pm

Operação conjunta entre PM e PF resulta na prisão de mais um ‘coiote’ na Estrada do Pacífico

POR O ALTO ACRE

Mais um trabalhado conjunto entre as Polícia Federal e Militar do Acre realizado na noite desta segunda-feira, dia 21, dando prosseguimento a Operação NarcoBrasil, resultou na prisão de um homem de origem peruana, no km 30 da BR 317 (Estrada do Pacífico), sentido Assis Brasil/Brasiléia, que estaria na companhia de três estrangeiros cubanos no mesmo veículo.

A operação contou com uma equipe da Polícia Militar comandada pelo Major/PM Moisés Araújo, juntamente com os Policiais Federais, que vem atuando na região da tríplice fronteira. O comportamento do peruano aos policiais, que primeiramente se identificou como ‘Ruiz Gomes’, chamou atenção e iniciaram uma revista de rotina. Os policiais perceberam que o homem teria pego um pacote e jogou para dentro do mato, na tentativa de esconder algo.

Ao buscar o pacote, foi descoberto que haviam passaportes com carimbos peruano e chileno. Os trabalhos foram se intensificando durante a revista nas bagagens e nos documentos pessoais. Dólares não declarados, passaportes e documentos falsos apreendidos foram entregues na PF.

Foi quando também descobriram que as identidades também eram falsas. Em uma das bolsas de uma mulher cubana que é medica, os policiais encontraram um pacote de absorvente íntimo com cerca de sete $7000 dólares, além de outros $1500 sem serem declarados.

Foi quando descobriram que o homem de nacionalidade peruana não era ‘Ruiz Gomes’, e sim, Sanches Palácios que estava atuando como ‘coiote’, além está morando no Brasil de forma clandestina.

Com a situação complicada, o peruano tentou dizer inicialmente que estaria apenas dando uma carona, mas, enfim confessou que estaria os levando por uma quantia de 500 dólares, sendo descoberto o crime de transporte ilegal de imigrante, além dos documentos falsificados e a quantia de dinheiro estrangeiro não declarada no País.

Todos foram detidos e conduzidos para a Delegacia da Polícia Federal em Epitaciolândia, onde seriam ouvidos e posteriormente, deportados depois de responder pelos crimes previstos no Brasil.

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