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23 julho, 2021 2:18 am
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‘Pai religioso’ usa caminho da igreja para estuprar própria filha

Homem de 55 anos, é acusado pela própria filha de 12 anos, de ter abusado dela.

POR LÚCIO BORGES ORTEGA - CORRESPONDENTE MS

CAMPO GRANDE (MS) – A história a ser investigada, parece impossível, mas é mais uma ocorrência de violência infantil em Campo Grande. O que seria inacreditável é a soma de ser pai, religioso e indo ou vindo da igreja, um homem de 55 anos, é acusado pela própria filha de 12 anos, de ter abusado dela. O crime é estupro de vulnerável, como é descrito na Lei, quando ocorre qualquer ação de cunho sexual com menores de 14 anos. A história pode ter se concretizado, porque o ‘pai religioso’ negou a esposa, mas fugiu de casa logo após o questionamento da mulher, que chamou a policia.

A revelação da menina aconteceu neste domingo (20) e agora a PC-MS (Polícia Civil de MS) está atrás do acusado e vai investiga o homem de 55 anos. Ele, é então suspeito de estuprar a própria filha de 12 anos, na volta da igreja, no Jardim Los Angeles, bairro periférico na região Sul da Capital. A mãe chamou a Polícia Militar e registrou o boletim de ocorrência na Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher), depois que a filha contou que vinha sofrendo abusos.

De acordo com B.O, a mãe tomou atitude logo após a filha ter contado que já há alguns dias vinha sendo violentada pelo pai, quando voltava da igreja sozinha com ele. Mas, a menina não contou detalhes a mãe. Assim, a mulher ainda foi falar com o marido, que negou.

A mulher, não acreditou no homem e então, acionou a Polícia Militar. Com isto, o suspeito teria fugido, logico antes da chegada dos policiais militares. Após, os PMs fizeram buscas na região, mas o suspeito não foi encontrado.

Caso foi para DEPCA

A menina e a mãe foram levadas para a delegacia da DEAM, por funcionar 24 horas na Casa da Mulher Brasileira, onde registraram o primeiro boletim de ocorrência.

Mas, a vítima apesar de ser mulher, como é menor de idade, teve caso enviado nesta segunda-feira (21),  para a Depca (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente), onde o caso será investigado.

A garota será ouvida por escuta especializada na Depca, onde há profissionais especializados nas áreas psicossocial e jurídica.

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