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Planejamento do Bolsa Família conta com fim de outros programas

Por CONCURSOS NO BRASIL

Reprodução

planejamento do novo Bolsa Família está sendo trabalhado desde 2020 e conta com várias mudanças no atual programa.

Entre elas, está o aumento das parcelas médias para R$ 300 e também a adição de mais pessoas ao público atendido.

Além disso, o governo está estudando uma forma de redesenhar e unificar outros projetos sociais, como seguro-defeso e Farmácia Popular, para financiar esse.

Uma das propostas é acabar com o abono salarial PIS/PASEP pago uma vez por ano no valor de um salário mínimo.

De acordo com a equipe econômica, a finalização desse benefício geraria R$ 20 bilhões para serem investidos no Bolsa Família sem chegar ao teto de gastos públicos.

O governo também pretende estimular o desenvolvimento econômico e social das famílias ajudadas.

Sendo assim, é possível que pessoas que trabalhem formalmente possam entrar para o programa.

Pelas regras atuais, quem tem a carteira assinada não pode receber as parcelas.

Assim, será feito um reforço no Bônus de Inclusão Produtiva (BIP) e no Bônus Incentivo à Qualificação (BIQ) para pagar bolsas a trabalhadores que participarem de cursos de aperfeiçoamento.

Planejamento do Bolsa Família pode contar com cortes nas Forças Armadas

A equipe econômica também está avaliando possíveis cortes no orçamento das Forças Armadas que possam financiar o novo Bolsa Família.

De acordo com o jornal O Globo, a ideia seria remanejar recursos que são mais aproveitados e incluí-los no planejamento do programa.

Outra proposta feita por Paulo Guedes conta com o uso de dinheiro vindo de privatizações.

O ministro da Economia chegou a sugerir que fosse criado um fundo para colocar esses valores que seriam utilizados no programa social reformulado.

“Nós separemos lá os ativos que dão retorno ou os que vão ser vendidos e coloquemos isso nesse Fundo Brasil […] para poder permitir um programa social mais robusto”, disse. O planejamento do Bolsa Família prevê lançamento das novidades no segundo semestre de 2021.

Ou seja, as mudanças podem começar a valer assim que o auxílio emergencial for encerrado.

Vale lembrar que este deve ser prorrogado por mais dois meses, sendo finalizado no mês de setembro.

O objetivo do governo é aterrissar a ajuda temporária em um programa mais completo. Entretanto, tudo irá depender do andamento da vacinação.

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