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20 setembro 2021 9:02 am

Acre lidera geração de empregos na Região Norte, aponta Caged

Cadastro nacional revela que geração local foi bem maior que o nível nacional apesar da crise da pandemia

POR TIÃO MAIA, PARA CONTILNET

Última atualização em 29/07/2021 13:31

O Acre está fechando o mês de julho de 2021 como o Estado da região Norte que, neste primeiro semestre do ano, mais gerou empregos com carteira assinada. Os números também apontam índices bem acima da média nacional, apesar de todos os sacrifícios feitos pela economia local por causa da pandemia do coronavírus.

Os dados constam do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O Caged é responsável pela informação do mercado de trabalho de âmbito nacional e de periodicidade mensal. Foi criado como instrumento de acompanhamento e de fiscalização do processo de admissão e de dispensa de trabalhadores regidos pela CLT, com o objetivo de assistir os desempregados e de apoiar medidas contra o desemprego. A partir de 1986, passou a ser utilizado como suporte ao pagamento do seguro-desemprego e, mais recentemente, tornou-se, também, um relevante instrumento à reciclagem profissional e à recolocação do trabalhador no mercado de trabalho.

O dados apontam para aumento no número de empregos formais, com o registro de 1.584 novos postos de trabalho. São comparados os números de admissões com os de desligamento. Rondônia, por exemplo, aumentou o número de vagas mas, no mesmo período, também foi o que mais demitiu. O Acre mantém a estabilidade de mais geração de empregos com o menor índice de demissões.

Os números absolutos em níveis nacionais no mesmo período foram de 280.666 novos empregos gerados, revela o Ministério da Economia.

O Acre se mantém em primeiro lugar na lista de estados com maior admissão em relação ao mês anterior (1,83%), seguido pelo Piauí (1,11%) e Pará (1,10%). O salário médio de admissão no período foi de R$1.797,10. Se comparado ao mês anterior, houve redução real de -R$ 76,23 no salário médio de admissão, uma variação em torno de -4,07%.

Em nível nacional, o setor de serviços foi o que mais gerou oportunidades no país, com mais 110.956 postos de trabalho. Nas atividades de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas foram 59.208 postos. O setor de comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas geraram 60.480 postos, a indústria geral admitiu mais 44.146 empregados; já na indústria de transformação 39.183 postos foram gerados. Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura geraram 42.526 postos e a construção mais 22.611 postos de trabalho.

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