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2 agosto 2021 5:39 pm
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Progressistas na Casa Civil de Bolsonaro coloca de vez presidente no palanque de Gladson em 2022

POR THIAGO CABRAL, DO CONTILNET

Definido

Está cada vez mais palpável a construção do palanque de Gladson Cameli (Progressistas) ao lado do presidente Jair Bolsonaro (Sem partido) em 2022. Bolsonaro deve anunciar nos próximos dias a ida do presidente nacional do Progressistas, o senador pelo Piauí Ciro Nogueira, para a Casa Civil de seu governo. Na prática, o partido entra de vez na base governista e confirma a intenção de apoiá-lo para a reeleição. O que coloca Gladson e Bolsonaro lado a lado.

Pole position

Diferente de 2018, quando o candidato de Bolsonaro no Acre era o coronel Ulysses Araújo (PSL), em 2022 Gladson pode ter o apoio de ambos. Araújo é membro do governo e já declarou que vai apoiar o governador para a reeleição, o que deixa o apoio de Bolsonaro praticamente no colo de Gladson. Com o bolsonarismo ainda muito forte nas bandas de cá, o governador toma novamente a dianteira.

Senado

No Senado, a confusão continua grande. Se Bolsonaro chega no palanque de Gladson, é porque, para o Governo, não há nenhum outro candidato que pleiteie o apoio do presidente. Já para o Senado, Mailza Gomes, a candidata do Progressistas, ainda sonha com o apoio de Bolsonaro, assim como Gladson deve ter. O problema é que Marcia Bittar, mesmo sem partido, está muito mais próxima do presidente e é praticamente certo o apoio de Bolsonaro a sua candidatura.

Cidade limpa

O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (Progressistas), anunciou hoje a “maior ação de limpeza a ser realizada pela gestão municipal em todos os tempos”. Nomeada de “Cidade Limpa, Povo Desenvolvido”, a operação tem o objetivo de transformar Rio Branco na “cidade mais limpa da Região Norte”.

Todo dia

O gestor municipal disse que para conseguir realizar a operação, dobrou o número de equipes da Zeladoria. “Acabamos com aquela história de operação verão. A cidade suja nos 365 dias, nós temos que limpar a cidade nos 365 dias”, disse.

Fundão

O senador Marcio Bittar (MDB) disse que vai pedir ao presidente Jair Bolsonaro (Sem partido) que vete o aumento do Fundo Eleitoral, aprovado na Câmara e no Senado há poucos dias. O novo valor destinado aos partidos para as eleições do ano que vem pode chegar na casa dos R$ 6 bilhões. Bittar argumenta que em tempos de pandemia é preciso resguardar ainda mais as verbas públicas. O senador é defensor do financiamento privado de campanha.

Pulou o muro

Candidato a vice-prefeito na chapa de Socorro Neri no ano passado, o advogado Eduardo Ribeiro está de malas prontas rumo ao PSD de Petecão. A surpresa é porque o ex-pedetista era considerado um aliado do governador Gladson Cameli. Ribeiro deve disputar uma vaga na Aleac em 2022.

Desenterrou

O presidente regional do PT, Cesário Braga, compartilhou em suas redes sociais a visita que fez ao ex-senador Jorge Viana (PT) para compartilhar suas impressões sobre a visita que fez à região do Juruá. Segundo Braga, na região o sentimento é de esperança de dias melhores, esperança essa depositada nas candidaturas de Lula e Jorge Viana. Cesário desenterrou até o bordão da campanha de 2002: “É Jorge aqui com a gente e Lula lá!”. A única diferença é que Marina Silva ficou de fora, já que em 2002 ela era a candidata do PT ao Senado e o bordão original dizia: “É Jorge aqui com a gente e Marina com Lula lá!”

Madura

No Psol, a candidatura do advogado Sanderson Moura ao Senado está cada dia mais madura dentro do partido. O que ainda gera dúvidas é em relação à disputa ao Governo do Estado. “Podemos lançar candidato a governador caso não tenhamos uma aliança no campo progressista, como estamos construindo”, disse o advogado. As chapas para deputado estadual e federal também estão sendo montadas no partido de esquerda.

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