Figura praticamente anĂŽnima na polĂtica nacional atĂ© aquele momento, o deputado Luis Miranda (DEM-DF) depĂŽs na sexta-feira (25) na CPI da Pandemia e acabou por reverter a trajetĂłria atĂ© entĂŁo descendente da comissĂŁo.
A denĂșncia de Miranda sobre uma suposta inação do presidente Jair Bolsonaro diante de um possĂvel esquema de corrupção na compra de doses da Covaxin dominou a pauta polĂtica durante a semana passada e nesta foi acrescida de outra denĂșncia.
O representante de vendas da Davati Medical Supply, Luiz Paulo Dominghetti, afirmou em entrevista publicada pela âFolha de S. Pauloâ na terça-feira (29) ter recebido pedido de propina do diretor de logĂstica do MinistĂ©rio da SaĂșde, Roberto Dias, durante as negociaçÔes da vacina da AstraZeneca. Dias foi exonerado na mesma noite.
TambĂ©m um outro suposto esquema estĂĄ na mira da CPI e envolve compras de vacinas chinesas do laboratĂłrio CanSino. A compra de mais de R$ 5 bilhĂ”es, com as doses mais caras a serem pagas pelo governo brasileiro (US$ 17 por dose), jĂĄ estava assinada desde o dia 15 de junho, mas as denĂșncias relacionadas a outros laboratĂłrios e seus representantes fizeram com que o laboratĂłrio chinĂȘs cancelasse suas representaçÔes no Brasil.
Leia mais em CNN Brasil, clicando AQUI.
