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21 setembro 2021 8:42 pm

Na Aleac, deputado defende continuidade de cargos no Igesac: “Preservação”

Deputado defende trabalhadores de órgão que corre o risco de extinção e de outras categorias dos serviço público

POR TIÃO MAIA, PARA CONTILNET

Última atualização em 17/08/2021 11:55

O deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) defendeu, na sessão da Assembleia Legislativa do Estado do Acre (Aleac) desta terça-feira (17), a preservação dos empregos dos trabalhadores do Igesac, o Instituto de Gestão de Saúde do Acre, cuja extinção está em debate entre os deputados. Os servidores do Igesac não prestaram concurso público.

Os parlamentares devem apreciar a proposta de extinção da instituição na sessão esta quarta-feira (18). “A minha curiosidade é porque alguns (deputados) mudaram de crença. Eu quero ver quais serão os argumentos da Procuradoria Geral do Estado aqui na Aleac. Chamo a atenção para o debate político que vamos precisar travar. Vou estar sempre ao lado de uma bandeira: nós queremos a garantia, a preservação dos empregos de quem está hoje ali. Não pode estar no debate como prioridade a disputa por espaço de poder”, disse o deputado. “Segurança jurídica para manter seus empregos, esse deve ser o centro da discussão”, acrescentou Edvaldo Magalhães.

Antes de a proposta ser encaminhada ao plenário, os deputados devem se reunir nas comissões com sindicalistas, procuradores do Estado e trabalhadores da saúde. A matéria é polêmica e divide opiniões na Aleac.

Edvaldo Magalhães disse que outro projeto, também importante, será apreciado pelos parlamentares. É o que concede crédito aos professores para aquisição de notebooks e pacote de internet. “O segundo projeto é fruto dos trabalhadores em Educação. É o projeto de auxílio para aquisição dos computadores e o valor do custo da internet. O custo das aulas remotas recaiu sobre suas costas [professores]. Apresentei uma emenda que trata de vários itens daqueles professores que são lotados em vários órgãos da Educação, para que a gente possa construir um projeto que não cometa injustiça”, disse o parlamentar.

Quanto ao cadastro de reserva da Polícia Civil, Edvaldo foi taxativo: “A minha posição aqui, permanece a mesma. O governador pare de potoca e convoque. Foi ele que prometeu. Cumpra com sua palavra governador. Honre sua assinatura”.

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