Militares da ativa e da reserva, alĂ©m de integrantes do governo, avaliaram nesta semana um levantamento das decisĂ”es de ministros da Suprema Corte. O documento analisa 123 decisĂ”es, de 2019 a 2021, de magistrados do Supremo Tribunal Federal. A lista Ă© usada, tanto pela ala militar ligada quanto pelos civis ligados ao governo, para explicar que ministros do STF teriam extrapolado nos autos e que as decisĂ”es teriam provocado o inĂcio de instabilidades entre os poderes executivo e judiciĂĄrio.
Na avaliação de militares ouvidos pela reportagem, houve interferĂȘncia demasiada do JudiciĂĄrio nos demais poderes, o que estaria impedindo a concretização de promessas de campanha e da votação de mudanças estruturais e de costumes, afetando a necessĂĄria independĂȘncia dos poderes. Um alto integrante do Planalto reafirmou, ainda, que esse Ă© o sentimento no governo como um todo.
O caso simbĂłlico teria sido com Alexandre Ramagem, cuja indicação ao comando da PolĂcia Federal foi suspensa pelo STF. A decisĂŁo, em 29 de abril de 2020, do ministro Alexandre de Moraes, impediu a nomeação. Na anĂĄlise, as decisĂ”es sĂŁo vistas como exageradas e equivocadas, com extrapolaçÔes da Constituição.
Integrantes do governo e os militares teriam concluĂdo que nunca o STF agiu tĂŁo intensivamente contra o Poder Executivo como agora, sendo o responsĂĄvel por gerar instabilidade no PaĂs. Diante do levantamento, o general que pediu anonimato questionou quem estaria, de fato, agindo fora das quatro linhas da Constituição.
De acordo coma lista, o ministro do STF com mais decisĂ”es contrĂĄrias ao governo Ă© Alexandre de Moraes. Em seguida, aparecem os ministros Ricardo Lewandowski, Luis Roberto Barroso, CĂĄrmem LĂșcia e Rosa Weber.
O levantamento apresentado pelos militares contou com um levantamento a partir de reportagens de jornais e revistas, desde 2019, com as decisÔes contrårias do STF.
Levantamento de açÔes do STF em desfavor ao governo federal
- Em 14 de março de 2019, o ministro Dias Toffoli abriu o Inquérito das Fake News e o deixou a cargo de Alexandre de Moraes.
- Em 16 de abril de 2019, o ministro Alexandre de Moraes contrariou Raquel Dodge e manteve o inquérito das Fake News.
- Em 10 de maio de 2019, a ministra Rosa Weber deu cinco dias para Bolsonaro explicar o decreto que facilitou o porte de armas.
- Em 10 de maio de 2019, o ministro Celso de Mello deu o prazo de 10 dias para o Governo Federal explicar o corte de 30% nas verbas das universidades.
- Em 12 de junho de 2019, após ação do PT, o STF formou maioria e cancelou a Extinção de Conselhos promovida pelo Governo Bolsonaro.
- Em 24 de junho de 2019, o ministro Barroso suspendeu MP de Bolsonaro que transferia a demarcação de terras da FUNAI para o Ministério da Agricultura.
- Em 30 de julho de 2019, o ministro Dias Toffoli proibiu o Governo Federal de bloquear verbas de GoiĂĄs em cobrança de dĂvidas do estado para com a UniĂŁo.
- Em 1Âș de agosto de 2019, o PlenĂĄrio do STF referendou a liminar do ministro Barroso que barrou a transferĂȘncia de demarcação de terras da FUNAI para o MinistĂ©rio da Agricultura.
- Em 1Âș de agosto de 2019, o ministro Barroso deu prazo de 15 dias para Bolsonaro explicar sua fala sobre o pai de Felipe Santa Cruz, presidente da OAB.
- Em 5 de agosto de 2019, a ministra Rosa Weber deu prazo de 15 dias para Bolsonaro explicar declaraçÔes sobre Dilma Rousseff.
- Em 21 de outubro de 2019, o ministro Gilmar Mendes suspendeu a medida provisória que dispensava publicação de editais na grande imprensa.
- Em 27 de novembro de 2019, a ministra CĂĄrmen LĂșcia deu cinco dias de prazo para Bolsonaro explicar o Programa Verde Amarelo.
- Em 13 de dezembro de 2019, a ministra Rosa Weber deu prazo de 10 dias para Bolsonaro explicar a fala sobre Glenn Greenwald.
- Em 20 de dezembro de 2019, o STF suspendeu a MP de Bolsonaro que previa o fim do seguro DPVAT.
- Em 8 de janeiro de 2020, o ministro Dias Toffoli mandou notificar Weintraub por ter chamado a UNE de mĂĄfia.
- Em 21 de março de 2020, o STF deu 30 dias para Bolsonaro responder quanto investiu no SUS.
- Em 23 de março de 2020, o STF decidiu que o Bolsa FamĂlia nĂŁo poderia ter cortes durante o perĂodo da crise da Covid-19 e exigiu que o Governo Federal enviasse informaçÔes sobre os pagamentos dos benefĂcios.
- Em 22 de março de 2020, o ministro Alexandre de Moraes autorizou o estado de SĂŁo Paulo a suspender o pagamento de dĂvidas com a UniĂŁo e a usar o dinheiro contra a Covid-19.
- Em 23 de março de 2020, o ministro Alexandre de Moraes autorizou o estado da Bahia a suspender o pagamento de dĂvidas com a UniĂŁo e a usar o dinheiro contra a Covid-19.
- Em 24 de março de 2020, o ministro Marco AurĂ©lio autorizou as medidas restritivas dos estados para combater a Covid-19. A medida retirou forças do Executivo Federal, visto que, a partir desse momento, os estados e os municĂpios podiam decretar lockdown, contrariando a legislação e as normas da UniĂŁo e tendo força superior Ă s dela.
- Em 26 de março de 2020, o ministro Alexandre de Moraes reverteu a medida provisĂłria que desobrigava o atendimento de prazos de prestação de informaçÔes segundo a Lei de Acesso Ă Informação durante a situação de emergĂȘncia da Covid-19.
- Em 27 de março de 2020, o ministro Alexandre de Moraes negou suspender os prazos das medidas provisórias do Executivo Federal.
- Em 29 de março de 2020, o ministro Alexandre de Moraes suspendeu a exigĂȘncia de Lei de Responsabilidade Fiscal e Lei de Diretrizes OrçamentĂĄrias na viabilização do combate Ă Covid-19.
- Em 31 de março de 2020, o ministro LuĂs Roberto Barros proibiu que o Governo Federal veiculasse o vĂdeo com o slogan âO Brasil NĂŁo Pode Pararâ.
- Em 31 de março de 2020, o ministro Marco Aurélio encaminhou à PGR o pedido de afastamento de Bolsonaro.
- Em 1Âș de abril de 2020, o ministro Alexandre de Moraes deu prazo de 48 horas para Bolsonaro informar as medidas adotadas contra Covid-19.
- Em 8 de abril de 2020, o ministro Alexandre de Moraes proibiu o Executivo Federal de vetar o isolamento social nos estados.
- Em 15 de abril de 2020, sob o argumento de combater a Covid-19, o STF deu poder para os estados e municĂpios contrariarem a legislação federal.
- Em 22 de abril de 2020, o ministro Alexandre de Moraes deu prazo de 5 dias para Bolsonaro explicar as medidas de divulgação de dados da Covid-19.
- Em 27 de abril de 2020, o ministro Celso de Mello abriu um inquérito contra Bolsonaro com base nas supostas irregularidades denunciadas por Sérgio Moro.
- Em 29 de abril de 2020, o ministro Celso de Mello abriu um inquérito contra o ministro da educação Abraham Weintraub para apurar um suposto crime de racismo.
- TambĂ©m em 29 de abril de 2020, o ministro Alexandre de Moraes suspendeu a nomeação de Ramagem para a PolĂcia Federal.
- Em 30 de abril de 2020, o STF deu cinco dias para a PF tomar o depoimento de Moro.
- Em 2 de maio de 2020, o ministro Barroso suspendeu por 10 dias a expulsĂŁo de ex-diplomatas venezuelanos.
- Em 4 de maio de 2020, o STF decidiu que a Covid-19 é uma doença ocupacional.
- Em 5 de maio de 2020, o ministro Alexandre de Moraes deu 10 dias para Bolsonaro explicar a recondução de Ramagem para a ABIN.
- Em 6 de maio de 2020, o ministro Celso de Mello deu prazo de 72 horas para o Governo Federal enviar o vĂdeo da gravação da reuniĂŁo ministerial.
- Em 13 de maio de 2020, o ministro Lewandowski determinou a divulgação dos exames de Bolsonaro contra a Covid-19.
- Em 14 de maio de 2020, o PlenĂĄrio do STF confirmou a dispensa da Lei de Responsabilidade Fiscal no combate Ă Covid-19.
- Em 16 de maio de 2020, o ministro Barroso vetou a expulsão de funcionårios da embaixada da Venezuela até o fim da crise da Covid-19.
- Em 22 de maio de 2020, o Ministro Celso de Mello mandou a PGR analisar trĂȘs notĂcias-crimes apresentadas contra Bolsonaro e analisar a perĂcia no celular do Presidente.
- Em 22 de maio de 2020, o ministro Celso de Mello mandou divulgar o vĂdeo da reuniĂŁo ministerial do dia 22 de abril de 2020.
- Em 17 de junho de 2020, o STF formou maioria pela validade do inquérito das fake news.
- Em 22 de junho de 2020, o ministro Gilmar Mendes deu 48 horas para o Governo Federal se manifestar sobre a revogação de açÔes afirmativas na pós-graduação.
- Em 1Âș de julho de 2020, o ministro Celso de Mello prorrogou novamente o inquĂ©rito sobre a suposta interferĂȘncia de Bolsonaro na PF.
- Em 2 de julho de 2020, o ministro Barroso deu 48 horas para o Governo Federal se manifestar sobre as medidas contra Covid-19 entre Ăndios.
- Em 8 de julho de 2020, uma liminar do ministro Barroso estabeleceu o plano de atuação do Governo Federal com medidas para proteger os Ăndios da Covid
- Em 31 de julho de 2020, no ùmbito do Inquérito das Fake News, o ministro Alexandre de Moraes determinou o bloqueio mundial de contas de apoiadores do presidente em redes sociais.
- Em 3 de agosto de 2020, o ministro Fachin deu cinco dias para CĂąmara explicar o apoio de Bolsonaro a apoiadores bloqueados apĂłs a decisĂŁo do ministro Alexandre de Moraes.
- Em 4 de agosto de 2020, o ministro Gilmar Mendes, via liminar, suspendeu o veto de Bolsonaro sobre a obrigatoriedade do uso de mĂĄscaras.
- Ainda em 04 de agosto de 2020, a ministra CĂĄrmen LĂșcia deu 48 horas para o MinistĂ©rio da Justiça explicar o relatĂłrio sobre os servidores ligados a movimentos autointitulados antifascistas.
- Em 5 de agosto de 2020, o STF confirmou integralmente a liminar do ministro Barroso obrigando o Governo Federal a tomar medidas especĂficas para proteger povos indĂgenas contra a Covid-19.
- Em 13 de agosto de 2020, o STF limitou a atividade de inteligĂȘncia do Governo Federal.
- Em 26 de agosto de 2020, o STF encaminhou denĂșncia contra Bolsonaro para PGR por ofensa a jornalista.
- Em 29 de agosto de 2020, o STF confirmou a decisĂŁo de Gilmar Mendes que derrubou o veto do presidente sobre a obrigatoriedade do uso de mĂĄscaras.
- Em 1Âș de setembro de 2020, o ministro Barroso homologou plano de Barreiras SanitĂĄrias para a proteção dos Povos IndĂgenas Isolados e de Recente Contato.
- Em 3 de setembro de 2020, a ministra CĂĄrmen LĂșcia deu cinco dias para Bolsonaro e o Ministro da Defesa explicarem a presença das Forças Armadas na AmazĂŽnia.
- Em 15 de setembro de 2020, o STF declarou o voto impresso inconstitucional.
- Em 27 de outubro de 2020, o STF declarou inconstitucional a âpĂlula do cĂąncerâ.
- Em 4 de novembro de 2020, o STF deu 15 dias para Bolsonaro se manifestar sobre a declaração a respeito de Flåvio Dino em entrevista.
- Em 10 de novembro de 2020, o STF deu 48 horas para a Anvisa explicar a suspensĂŁo dos estudos da Coronavac.
- Em 19 de novembro de 2020, o ministro Fachin deu prazo de cinco dias para o Governo Federal explicar critérios para seleção de reitores em universidades federais.
- Em 21 de novembro de 2020, o ministro Barros estendeu o prazo para Bolsonaro apresentar um plano de barreiras para isolar indĂgenas da sociedade e evitar contaminação por Covid-19.
- Em 25 de novembro de 2020, o ministro Lewandowski adiantou o voto para que o Governo Federal apresentasse um plano de vacinação em 30 dias.
- Em 27 de novembro de 2020, o STF prorrogou por mais 60 dias o inquĂ©rito sobre a suposta interferĂȘncia de Bolsonaro na PF.
- Em 1 de dezembro de 2020, o ministro Dias Toffoli suspendeu o decreto de Bolsonaro que previa a educação de alunos com deficiĂȘncia em salas e escolas especiais.
- Em 13 de dezembro de 2020, o ministro Lewandowski deu prazo de 48h para o ministro Pazuello responder sobre data para inĂcio da vacinação.
- Em 14 de dezembro de 2020, a ministra CĂĄrmen LĂșcia deu 24 horas para a Abin e o GSI explicarem a suposta ajuda Ă defesa de FlĂĄvio Bolsonaro.
- Em 15 de dezembro de 2020, o STF prorrogou por mais 90 dias a ação sobre a interferĂȘncia de Bolsonaro na PF.
- Em 17 de dezembro de 2020, o ministro Lewandowski autorizou o estado do MaranhĂŁo a comprar vacinas diretamente com farmacĂȘuticas.
- Em 17 de dezembro de 2020, o ministro Lewandowski, em liminar, autorizou os estados e os municĂpios a importar e distribuir vacinas sem aval da Anvisa.
- Ainda em 17 de dezembro de 2020, o STF decidiu que UniĂŁo, estados e municĂpios poderiam obrigar a vacinação contra Covid-19.
- Em 23 de dezembro de 2020, a ministra CĂĄrmen LĂșcia determinou que Bolsonaro e Ricardo Salles prestassem depoimento em ação sobre o desmatamento.
- Em 30 de dezembro de 2020, o STF prorrogou o estado de calamidade pĂșblica em decorrĂȘncia da Covid-19.
- Em 07 de janeiro de 2021, o ministro Lewandowski deu cinco dias para Eduardo Pazuello informar a situação das seringas para a vacinação no Brasil.
- Em 15 de janeiro de 2021, depois de diversas operaçÔes do Governo Federal no abastecimento de Manaus, o Ministro Lewandowski determinou que Bolsonaro tomasse medidas urgentes no Amazonas.
- Em 20 de janeiro de 2021, a ministra CĂĄrmen LĂșcia deu 48 horas para o Governo Federal explicar relatĂłrio sobre jornalistas e congressistas.
- Em 26 de janeiro de 2021, o ministro Lewandowski autorizou um inquérito para investigar se houve omissão de Pazuello em Manaus.
- Em 28 de janeiro de 2021, a ministra CĂĄrmen LĂșcia determinou que o Presidente Bolsonaro e o entĂŁo presidente do senado Davi Alcolumbre prestassem esclarecimentos em cinco dias sobre a privatização dos Correios.
- Em 8 de fevereiro de 2021, o ministro Lewandowski deu um prazo para o Governo Federal fixar grupos de prioridade na vacinação.
- Em 16 de fevereiro de 2021, o ministro Lewandowski autorizou diligĂȘncias para apurar os gastos do governo Bolsonaro com cloroquina.
- Em 21 de fevereiro de 2021, a ministra Rosa Weber encaminhou uma notĂcia-crime para a PGR acusando Bolsonaro por indicar tratamento precoce com cloroquina.
- Em 23 de fevereiro de 2021, a ministra Rosa Weber deu o prazo de 5 dias para o Governo Federal explicar os novos decretos sobre armas.
- Em 24 de fevereiro de 2021, o STF deu o prazo de 30 dias para o Governo Federal apresentar um plano de proteção a quilombolas.
- Em 26 de fevereiro de 2021, o ministro Alexandre de Moraes pediu vistas em processo que suspende o zeramento da alĂquota de importação de pistolas e revĂłlveres.
- Em 27 de fevereiro de 2021, a ministra Rosa Weber determinou que o Governo Federal repassasse R$ 245 milhĂ”es por mĂȘs Ă s UTIs em SP.
- Em 28 de fevereiro de 2021, o STF determinou que a UniĂŁo voltasse a custear leitos de UTI na Bahia.
- Em 4 de março de 2021, o ministro Marco Aurélio enviou uma queixa-crime contra Bolsonaro para anålise da Cùmara.
- Em 5 de março de 2021, o STF manteve autonomia de estados para adoção de âlockdownsâ.
- Em 9 de março de 2021, o ministro Lewandowski deu o prazo de 5 dias para o Governo Federal se manifestar sobre o repasse de verbas aos estados para aquisição de vacinas.
- Em 12 de março de 2021, o STF deu prazo de 48 horas para governo Bolsonaro explicar por que não repassou R$ 245 milhÔes a UTIs em SP. O valor foi determinado em liminar pela ministra Rosa Weber.
- Em 13 de março de 2021, a ministra Rosa Weber pediu vistas e suspendeu o julgamento de decretos de Bolsonaro sobre armas.
- Em 23 de março de 2021, o decano do STF rejeitou a Ação DeclaratĂłria de Inconstitucionalidade apresentada pelo Presidente contra os âlockdownsâ promovidos por governadores.
- Em 25 de março de 2021, o plenårio do STF confirmou a decisão do ministro Lewandowski de dar prazo de 5 dias para o Governo Federal fixar prioridades de vacinação.
- Em 8 de abril de 2020, o ministro Barroso mandou instaurar a CPI da Covid no Senado com a intenção de investigar as açÔes do Executivo durante a crise da Covid-19.
- Em 9 de abril de 2021, o STF respondeu a Bolsonaro afirmando que o espĂrito republicano deve permanecer no paĂs.
- Em 12 de abril de 2021, a ministra Rosa Weber suspendeu os decretos sobre porte de armas editados por Bolsonaro.
- Em 13 de abril de 2021, o ministro Marco AurĂ©lio deu o prazo de 15 dias para o Presidente Bolsonaro explicar as crĂticas a prefeitos e governadores.
- Em 14 de abril de 2021, o PlenĂĄrio confirmou a decisĂŁo do Ministro Barroso que obrigou o Senado a instalar a CPI da Covid-19.
- Em 15 de abril de 2021, a ministra CĂĄrmen LĂșcia deu o prazo de 5 dias para Arthur Lira explicar a nĂŁo abertura de Impeachment contra Bolsonaro.
- Em 19 de abril de 2021, o STF deu um prazo para Bolsonaro explicar supostas ameaças à imprensa. A acusação foi feita pela ABI e o pedido foi atendido pela ministra Rosa Weber.
- Em 21 de abril de 2021, o ministro Lewandowski deu o prazo de 5 dias para Bolsonaro e Queiroga prestarem esclarecimentos sobre a validade das vacinas.
- Em 22 de abril de 2021, o ministro Alexandre de Moraes deu o prazo de 5 dias para Bolsonaro explicar açÔes do Governo Federal durante a pandemia.
- Em 24 de abril de 2021, o ministro Marco Aurélio deu o prazo de 5 dias para Bolsonaro explicar supostas omissÔes na pandemia.
- Em 24 de abril de 2021, o ministro Alexandre de Moraes prorrogou novamente, por mais 90 dias, o inquérito de Moro contra Bolsonaro.
- Em 10 de maio de 2021, o STF deu 48 horas para a Anvisa explicar quais documentos faltavam para a anĂĄlise da vacina Sputnik V.
- Em 12 de maio de 2021, a ministra Rosa Weber encaminhou mais uma notĂcia-crime contra Bolsonaro para a PGR.
- Em 1Âș de junho de 2021, o STF deu o prazo de 5 dias para Bolsonaro explicar aglomeração e nĂŁo uso de mĂĄscara.
- Ainda em 01 de junho de 2021, o ministro Lewandowski deu cinco dias para Bolsonaro explicar a Copa América no Brasil.
- Em 2 de junho de 2021, o STF deu o prazo de 5 dias para Bolsonaro responder a respeito de declaração sobre Eduardo Leite. O ministro Gilmar Mendes atendeu ao pedido do governador do Rio Grande do Sul.
- Em 17 de junho de 2021, a ministra Rosa Weber deu o prazo de 5 dias para Congresso e Bolsonaro se manifestarem sobre o suposto orçamento secreto.
- Em 18 de junho de 2021, o ministro LuĂs Roberto Barroso mandou a PolĂcia Federal rastrear as denĂșncias apresentadas por Bolsonaro de fraudes nas urnas.
- Em 20 de junho de 2021, a ministra CĂĄrmen LĂșcia deu 5 dias para o MinistĂ©rio da Defesa explicar sigilo sobre Eduardo Pazuello.
- Em 24 de junho de 2021, o ministro Gilmar Mendes deu 10 dias para Bolsonaro explicar as declaraçÔes sobre fraudes nas eleiçÔes.
- Em 30 de junho de 2021, o ministro Fachin deu 15 dias para o Governo Bolsonaro expandir a vacinação em quilombolas.
- Em 1Âș de julho de 2021, o ministro Alexandre de Moraes deu continuidade ao inquĂ©rito das fake news ao abrir o inquĂ©rito dos atos antidemocrĂĄticos, mantendo nele as mesmas pessoas que haviam sido presas ou investigadas e adicionando outras Ă lista, todas apoiadoras do Governo Federal.
- Em 12 de julho de 2021, o STF autorizou a PolĂcia Federal a investigar se Bolsonaro prevaricou no caso da Covaxin.
- Em 20 de julho de 2021, o ministro Alexandre de Moraes prorrogou o prazo do inquérito que investiga a suposta intervenção de Bolsonaro na PF.
- Em 2 de agosto de 2021, o STF deu 10 dias para Bolsonaro explicar bloqueio a jornalistas no Twitter. A ação Ă© movida pela Abraji e a relatora da ação Ă© a ministra CĂĄrmen LĂșcia, mas o prazo foi dado pela ministra Rosa Weber, que assumiu o plantĂŁo durante o recesso judiciĂĄrio.
- Em 4 de agosto de 2021, Bolsonaro foi incluĂdo no InquĂ©rito das Fake News. Alexandre de Moraes atendeu pedido de ministros do TSE.
- Em 13 de agosto de 2021, a ministra CĂĄrmen LĂșcia pressionou o novo AGU, Bruno Bianco, a nĂŁo defender interesses privados, fazendo menção Ă s acusaçÔes de que AndrĂ© Mendonça teria defendido os interesses privados do presidente.
- Em 16 de agosto de 2021, a ministra CĂĄrmen LĂșcia deu 24 horas para a PGR se manifestar sobre a notĂcia-crime contra Bolsonaro.
- TambĂ©m em 16 de agosto de 2021, a ministra CĂĄrmen LĂșcia cobrou uma manifestação da PGR sobre crĂticas de Bolsonaro Ă s urnas eletrĂŽnicasâ.

