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Paulo Franco, humorista que deixou legado na TV acreana, morre aos 57 anos em Belém

Por TIÃO MAIA, PARA CONTILNET

A partida do artista deixa órfãos três filhos: Paula, Verônica e Denys - os dois últimos nascido no Acre. Foto: Reprodução

O diabetes parou e calou o humor de Paulo Roberto da Silva Franco, de 57 anos, o “Paulo Franco Show”, um carioca nascido numa favela do Rio de Janeiro, que fez sucesso, principalmente, como comunicador. Ele morreu na noite de quinta-feira (21) num hospital em Belém, no Pará, onde vivia nos últimos tempos depois de uma longa temporada, desde os anos 80, em Rio Branco, onde deixou amigos e familiares. Tinha 57 anos de idade.

Palhaço, contador de piadas, locutor de dicção perfeita, ele deixou o rádio para ser apresentador de TV, na TV Rio Branco. Também enveredou pela política, se candidatando-se, sem sucesso, a cargos eletivos. Chegou a fazer programas nacionais no SBT e também fez muito sucesso em Minas Gerais, onde viveu antes de ir morar no Pará.

Paulo Franco, humorista que deixou legado na TV acreana, morre aos 57 anos em Belém

Paulo deixou o rádio para ser apresentador de TV, na TV Rio Branco. Foto: Reprodução

Antes do sucesso no rádio e na TV, Paulo Franco fazia shows em praças públicas, atraindo muita gente, quando rodava o chapéu em busca de algum dinheiro para sobreviver. Era um homem de raciocínio rápido, inteligente e bem humorado.

A última vez em que esteve no Acre, já debilitado pela doença, foi em 2018, para lançar um livro autobiográfico, com o sugestivo título de “Paulo Franco pelas estradas do Brasil”. A partida do artista deixa órfãos três filhos: Paula, Verônica e Denys, os dois últimos nascido no Acre.

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