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24 novembro 2021 6:48 pm

Presidente do Senado anuncia saída do DEM para o PSD, partido do senador Petecão

Senador passa pertencer ao mesmo Partido de Petecão, do Acre, e deve ser candidato à presidência pela nova sigla

POR TIÃO MAIA, PARA CONTILNET

Última atualização em 22/10/2021 11:03

O senador Rodrigo Pacheco, presidente do Senado, anunciou, na manhã desta sexta-feira (22), sua saída do DEM e filiação no PSD, o mesmo partido do senador acreano Sérgio Petecão. Eleito por Minas Gerais, o rondoniense Rodrigo Pacheco sonha em ser candidato à presidência da República pelo novo Partido. Sua filiação está marcada para a próxima quarta-feira (27), em Brasília (DF).

De acordo com o senador, em declarações em seu perfil no Twitter, a mudança de partido foi feita a convite do presidente nacional da sigla, o ex-ministro Gilberto Kassab. Pacheco já havia anunciado a decisão a membros da executiva do DEM e do PSD na terça-feira.

“Comunico que, nesta data, tomei a decisão de me filiar ao PSD, a convite de seu presidente, Gilberto Kassab. Agradeço aos filiados, colegas e amigos do Democratas de Minas Gerais e de todo o país o período de convivência partidária saudável e respeitosa”, escreveu Pacheco no Twitter.

Pacheco conversou pessoalmente com o presidente nacional do DEM, ACM Neto, para informar de sua saída do partido. Neto disse ter sido foi pego de surpresa, pois esperava que o senador seguisse para o União Brasil, legenda criada a partir da fusão com o PSL.

Pacheco também era contado para concorrer à Presidência pelo União Brasil, mas disputaria a indicação com outros possíveis candidatos, como o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta e o apresentador José Luiz Datena.

“Meus agradecimentos especiais ao presidente ACM Neto pela atenção a mim sempre dispensada e manifesto meus votos de sucesso ao recém-criado União Brasil, na pessoa de seu presidente, deputado Luciano Bivar”, completou Pacheco no Twitter.

O evento de filiação de Pacheco está marcado para a próxima quarta-feira, às 11h, no Memorial JK, em Brasília. A escolha do local foi pensada para se criar um paralelo com o ex-presidente Juscelino Kubitschek — tanto o ex-mandatário quanto Pacheco são de Minas Gerais, embora Pacheco tenha nascido em Porto Velho (RO).

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