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Prefeitura de Rio Branco faz alerta sobre risco de epidemia de gripe

Por PREFEITURA DE RIO BRANCO

Prefeitura de Rio Branco faz alerta sobre risco de epidemia de gripe

A Prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), fez um alerta, nesta quinta-feira, 16, sobre o risco de uma epidemia de gripe em Rio Branco. Alguns estados já registraram aumento nos casos da síndrome gripal, e deixa em alerta as autoridades sanitárias municipais para a prevenção do vírus.

O vírus, denominado H3N2, é uma variante do vírus influenza. Segundo a coordenadora da Vigilância Epidemiológica do Município, Socorro Martins, a contaminação pode evoluir para casos mais graves. “Esse é um vírus que pode levar a algumas complicações na saúde da população, causando internações em que o caso pode se agravar, com algumas complicações, chegando a pneumonia e até mesmo a óbito”, disse a coordenadora.

Ainda de acordo com a coordenadora, a melhor forma de evitar a contaminação pelo vírus é se vacinando. “Nós temos a vacina que previne contra esse vírus. A vacina da influenza previne contra três vírus: H1N1, H3N2 e o vírus do tipo B, que são vírus que podem levar a maiores complicações. É importante que a população seja vacinada contra a influenza, porque os sintomas da covid-19 são parecidos e com a pessoa vacinada contra a influenza, dá uma precisão para o médico fazer um diagnóstico mais preciso, se é covid-19 ou a influenza”, explicou Socorro Martins.

Conforme os dados levantados pela Vigilância Epidemiológica do Município, a capital acreana teve uma baixa adesão à vacina, apenas 48,5% da população tomou a vacina contra a gripe. Os dados são ainda menores em comparação ao mesmo período do ano passado, em que 71,86% das pessoas foram imunizadas.

Segundo Socorro Martins, as vacinas contra a covid-19 e influenza estão disponíveis em todas as Unidades de Saúde do município. “É importante as pessoas se vacinarem tanto contra a covid-19 quanto a influenza. Lembrando que as vacinas estão disponíveis não só nas Uraps, mas também nas Unidades de Saúde da Família, aquelas unidades básicas que ficam nos bairros mais distantes do centro”, ressaltou a coordenadora.

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