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Projeto Epopi realiza segunda edição de natal voltado para terceira idade

Por MARIA FERNANDA ARIVAL, PARA CONTILNET

Projeto Epopi realiza segunda edição de natal voltado para terceira idade

Foto: Reprodução

O Natal Epopi é um Projeto de Extensão da Universidade Federal do Acre, que neste ano, realiza sua segunda edição com o tema “O Natal & a Arte de promover a solidariedade intergeracional” no Lar Vicentino de Rio Branco e os moradores da Casa de Acolhimento Souza Araújo. Com objetivo de levar entretenimento aos idosos, o projeto este ano beneficia em média 77 idosos. 

De acordo com a coordenadora Polyana Bezerra, o primeiro é valorizando a vivência e sabedoria dessas pessoas maduras, por meio da exposição de “conselhos para as gerações mais jovens” no Instagram do projeto; o segundo eixo será com músicos e artistas voluntários locais homenageando os idosos por meio de diversas expressões artística e o terceiro, refere-se à mobilização de apadrinhamento desses idosos pela sociedade civil para serem presenteados, conforme a lista de desejos de Natal manifestados por eles, incentivando, dessa forma, a empatia e a solidariedade intergeracional. 

O Projeto conseguiu apadrinhamento para todos os participantes da ação, mas a população ainda pode colaborar encaminhando outros donativos que não estejam na lista de presentes, como produtos de higienes pessoal ou alimentos não perecíveis para a Coordenação do Curso de Enfermagem da UFAC, até o 21 de dezembro no período da manhã.

 

Projeto Epopi

A primeira edição do projeto foi em 2020 no Lar Vicentino de Rio Branco e Cruzeiro do Sul, através de uma iniciativa gerada pelo contexto da pandemia de Covid-19, em que os idosos eram considerados grupos de risco para transmissão, agravamento e óbito pela doença e precisaram manter o distanciamento social.

“Na época os idosos residentes desses abrigos no Acre, encontravam-se há pelo menos 7 meses impedidos de receber visitas. Sendo oportuno proporcionar ações e projetos para favorecer o bem estar, integração, entretenimento e lazer à esta população já tão marginalizada e escolhemos a música como uma alternativa viável para ser utilizada neste cenário. Foi um sucesso!”, conta Polyana.

De acordo com a coordenadora, os idosos se sentiram prestigiados, emocionados e acolhidos, além de serem presenteados conforme seus pedidos realizados, uma vez que a comunidade civil se mostrou solidária, o que motivou uma nova edição.

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