Criminosos fazem família refém, trocam tiros com a polícia e um acaba baleado em ramal de Rio Branco

Por ITHAMAR SOUZA, DO CONTILNET 04/02/2022 Ă s 06:49 Atualizado: hĂĄ 4 anos

O assaltante Alexandre Oliveira Pismel, 28 anos, foi ferido com um tiro após trocar de tiros com a Polícia Militar na noite desta quinta-feira (3), no Ramal da Piçarreira, bairro Distrito Industrial, na zona rural de Rio Branco.

Segundo informaçÔes da polĂ­cia, trĂȘs criminosos fortemente armados invadiram uma chĂĄcara e entraram em uma residĂȘncia onde fizeram uma famĂ­lia refĂ©m por horas. Eles estavam atrĂĄs de uma caminhonete modelo Hillux que a famĂ­lia supostamente possuĂ­a.

Durante as buscas, os bandidos torturaram a família e levaram alguns objetos da casa dentro de uma carro modelo Traker, de cor branco de propriedade das vítimas. Um vizinho percebeu a movimentação estranha no local e ligou para o Copom da Polícia Militar.

Ao se deslocar para a ocorrĂȘncia, a guarnição do 1° BatalhĂŁo avistou o Traker vindo sentido contrĂĄrio, e deram ordem de parada. Os bandidos pararam e desceram do carro efetuando disparos contra a polĂ­cia. Durante o tiroteio, dois assaltantes conseguiram fugir pela ĂĄrea de mata e Alexandre acabou baleado com um tiro nas costas.

Os militares acionaram o Serviço de Atendimento MĂłvel de UrgĂȘncia (Samu), que esteve no local e prestou os primeiros atendimentos a Alexandre, que foi encaminhado ao pronto-socorro de Rio Branco, em estado de saĂșde grave. Segundo informaçÔes do mĂ©dico plantonista do Samu, Guilherme Piassa, o assaltante corre o risco de ficar paraplĂ©gico, pois o projĂ©til entrou pelas costas, passou pela medula e se alojou no pulmĂŁo.

Alexandre foi submetido a testes råpidos de estímulos, nos quais não conseguiu mexer as pernas e nem sentiu os estímulos do médico.

Policiais Militares do 1° Batalhão estiveram no local e isolaram a årea para os trabalhos da perícia criminal.

Depois de ser atendido e receber alta médica, o assaltante serå encaminhado para a Delegacia de Flagrantes (Defla), onde responderå pelo crime.

O caso vai ser investigado pela Polícia Civil, através da Delegacia de Proteção à Pessoa (DHPP)

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