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Rio Branco
7 agosto 2022 4:48 pm

Mercado de Honestidade: Rio Branco ganha primeiro minimercado sem funcionários

Um ambiente misto, que entrega a possibilidade da compra no e-commerce e a retirada na loja física

POR Camila Gomes, do CONTILNET

Última atualização em 11/07/2022 17:33

Com a busca pela praticidade durante as compras e sem filas aguardando atendimento, quatro amigos se juntaram para trazer uma super novidade à capital acreana, o “Almo – Honest Market”, ou “Mercado de Honestidade” o mais novo minimercado autônomo, que funciona 24h por dia conta com o pagamento 100% digital e sem funcionários.

Os sócios Kaio Almeida, Luiz Figueiredo, Lucas Felix e Diego Firmino, tiveram essa ideia após perceber os novos hábitos de consumo gerados pela pandemia, foi aí que pensaram no ALMO como uma forma de facilitar as compras do cotidiano. O primeiro mercadinho se encontra no condomínio Green Garden, mas o intuito é levar o Almo aos demais condomínios e empresas da cidade, e futuramente abrir em locais públicos, criando assim, uma franquia. 

O próximo minimercado será inaugurado no Residencial Ipê. Foto: cedida

O minimercado trabalha com a fusão entre o varejo físico e digital, também conhecido como “fidigital”, um ambiente misto, que entrega a possibilidade do cliente comprar diretamente no mercadinho e realizar seu pagamento de forma prática ou no e-commerce para em seguida fazer a retirada na loja.

Foi pensando nisso, que os sócios aderiram ao uso de um aplicativo parceiro liberado apenas para moradores do condomínio. Além disso, o aplicativo também tem a opção de fazer pedidos de produtos que não estejam disponíveis no minimercado, porém podem ser entregues por marcas parceiras. O aplicativo Almo já está em desenvolvimento.

Compras sem filas e espera. O cliente escolhe seu produto e realiza seu pagamento de forma prática, rápida e segura. Foto: cedida

“A nossa missão é ajudar a revolucionar o varejo no Brasil. Em breve, haverá unidades do Almo dentro de empresas e academias, e em um futuro não muito distante, em espaços públicos. O hábito de consumo já não é mais o mesmo de 20 ou 40 anos atrás, precisamos se adaptar e acompanhar o novo varejo”, comenta um dos sócios, Kaio Almeida. 

Sem gerar custos para o condomínio, todo o investimento em infraestrutura e tecnologia é por conta do Almo, assim como a gestão e manutenção do espaço. 

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