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Morte do ‘Índio do Buraco’ repercute na imprensa internacional; veja

Por G1

Reprodução

A morte do “Índio Tanaru” ou “Índio do Buraco”, que vivia sozinho e isolado há quase 30 anos em Rondônia, foi noticiada por diversos veículos de imprensa de outros países.

Ele era o único habitante da Terra Indígena Tanaru. Em nota, a Funai disse que ele era o único sobrevivente de sua comunidade. Sua etnia não era conhecida.

Veja abaixo como alguns dos veículos internacionais noticiaram a morte:

‘New York Post’, Estados Unidos

 

Reprodução da publicação do New York Post sobre morte de indígena brasileiro — Foto: Reprodução

Reprodução da publicação do New York Post sobre morte de indígena brasileiro — Foto: Reprodução

O tabloide dos EUA afirma que não há sinais de violência ou luta, e que “o homem do burado” aparentemente morreu de causas naturais e que se estima que ele tinha cerca de 60 anos.

CBS, Estados Unidos

Reprodução da página da rede CBS com a notícia da morte do ‘homem do buraco’ — Foto: Reprodução

A rede CBS, dos EUA, afirmou que a casa dele, a cabana nº 53, ainda estava com seus utensílios e pertences nos seus lugares.

BBC, Reino Unido

Reprodução de texto da BBC sobre a morte de indígena brasileiro — Foto: Reprodução

No texto da BBC, afirma-se que se acredita que a maioria dos membros da tribo devem ter morrido no começo dos anos 1970 em assassinatos cometidos por donos de terras da região.

Em 1995, diz o texto, seis dos últimos membros foram assassinados por garimpeiros e foi assim que “o homem do buraco” se tornou o último da tribo.

‘Guardian’, Reino Unido

Texto do Guardian sobre a morte do ‘Homem do Buraco’ — Foto: Reprodução

O “Guardian” afirma que ativistas lamentam a morte do homem, o último da tribo. Durante décadas, ele recusou as tentativas de contato deixando armadilhas e disparando flechas contra qualquer um que se aproximasse demais.

‘Independent’, Reino Unido

Texto do Independent sobre morte de indígena brasileiro — Foto: Reprodução

O “Independent” afirma que o corpo viajou uma distância de 1.600 quilômetros, da reserva de Tanaru, em Rondônia, até Brasília, para um exame.

‘Clarín’, Argentina

Reprodução do texto do Clarín sobre morte de “Homem do Buraco” — Foto: Reprodução

O “Clarín” afirma que ele era conhecido como o “homem do buraco” pois nas cabanas em que morava sempre havia um buraco no chão. A maioria estava vazia, e acredita-se que foram usados ​​como esconderijos, mas alguns desses buracos tinham estacas apontadas para dentro, e por isso se suspeita que talvez os buracos tenham sido usados ​​para caçar animais.

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