Empresas investigadas na Ptolomeu podem atuar fora do Acre, decide justiça

Em sessão desta quarta-feira (19), o plenário do Superior Tribunal de Justiça (STJ), decidiu que empresários investigados na terceira fase da Operação Ptolomeu, devem continuar suspensos de atuar em contratos públicos do Estado.

Porém, a decisão do STJ autoriza que as empresas possam atuar em outros estados brasileiros. Boa parte das empreiteiras têm sede em Manaus, capital do Amazonas.

A decisão foi assinada pela relatora do caso, a ministra Nancy Andrighi, que em março deste ano havia decidido que as empresas investigadas na operação tivessem suas atividades suspensas por 90 dias.

Outras empresas investigadas na operação da Polícia Federal também estão autorizadas a trabalhar, porém, fora da administração pública do Estado do Acre. São elas: Murano, Atlas, Acacia, T Ferreira Souza M.E, Aquiri Engenharia, GB Viana LTDA e Marie Construções.

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