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EUA, Japão, Inglaterra e Dinamarca venceram no terceiro dia de Copa do Mundo Saeed Khan e Colin Murty/AFP
Com mais de 118 mil espectadores nas arquibancadas, o terceiro dia da Copa do Mundo da Austrália e Nova Zelândia contou com as estreias das duas seleções super favoritas para erguer a taça no dia 20 de agosto. Os Estados Unidos começaram bem ao vencer o Vietnã por 3 a 0, enquanto a Inglaterra precisou trabalhar para garantir a vitória por 1 a 0 sobre o Haiti. O duelo mais movimentado foi a goleada do Japão por 5 a 0 sobre a Zâmbia, e a Dinamarca arrancou um empate sobre a China por 1 a 0. Mantendo a tendência até aqui, o dia contou ainda com três marcações de pênaltis, dois deles defendidos pelas goleiras.
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Goleira vietnamita Kim Thanh foi destaque da partida e defendeu pênalti de Alex Morgan — Foto: Saeed Khan/AFP
Atuais campeãs aplicam 3 a 0
Na noite de sexta-feira, Sophie Smith teve dia inspirado ao comandar a vitória dos EUA, marcando dois gols e dando uma assistência em seu primeiro jogo em Mundiais. Alex Morgan também saiu de campo com uma belo passe de letra para o primeiro gol, mas se frustrou ao desperdiçar a cobrança de pênalti em uma batida fraca defendida pela goleira Kim Thanh, destaque do Vietnã que evitou, em diversas oportunidades, que o placar fosse ainda mais elástico.
Mesmo com o resultado positivo, as atuais bicampeãs tiveram desempenho abaixo do esperado e considerado fraco em relação ao potencial ofensivo e a soberania na modalidade. Lindsay Horan marcou o terceiro, e Rose Lavelle entrou bem e chegou a acertar uma bola na trave, mas Rapinoe não encaixou a pontaria e desperdiçou duas boas chances.
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Aos 22 anos, Sophia Smith estreou em Copas com dois gols e uma assistência — Foto: Saeed Khan/AFP
Japão atropela
Na sequência, já na madrugada de sexta para sábado, o Japão atropelou a Zâmbia e garantiu a primeira goleada do torneio. A vitória por 5 a 0 teve gols marcados por Miyasawa (duas vezes), Tanaka, Endo e Ueki, mas o placar poderia ter sido ainda maior, já que Tanaka balançou as redes outras duas vezes, mas os dois tentos foram anulados por impedimento.
O volume de jogo apresentado pela 11ª colocada no ranking de seleções da Fifa estabeleceu o Japão como uma das grandes concorrentes na briga pelo título. Entre as equipes que fazem parte do top-15 que já estrearam, foi a que apresentou mais consistência e efetividade contra um adversário consideravelmente inferior, cenário que outras potências como Canadá, Espanha e Inglaterra — as duas últimas venceram, mas poderiam ter feito mais — não conseguiram aproveitar.
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Estrela do Japão, Mina Tanaka (dir.) brilhou na goleada por 5 a 0 sobre a Zâmbia — Foto: Saeed Khan/AFP
Inglaterra vence, mas decepciona
O confronto mais surpreendente ficou por conta de Inglaterra e Haiti, que protagonizaram um duelo bem mais parelho do que o esperado. A estreante em Copas apresentou impressionante capacidade física e conseguiu frear o domínio das inglesas, que só conseguiram balançar as redes em cobrança de pênalti. E na segunda tentativa, já que na primeira, a goleira Kerly Theus estava adiantada e pegou a batida de Georgia Stanway.
Theus foi bastante exigida e precisou trabalhar muito para evitar que a Inglaterra ampliasse a vantagem, e terminou a partida com 10 defesas na conta. Do outro lado, Mary Earps impediu o empate em bela finalização de Éloissant, já no final do segundo tempo. A vitória da equipe comandada por Sarina Wiegman deixou um gosto amargo e elencou uma série de problemas a serem resolvidos para o restante da competição.
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Inglaterra sofreu nas mãos da goleira Kerly Theus, mas venceu Haiti por 1 a 0 na estreia da Copa — Foto: Patrick Hamilton/AFP
Dinamarca arranca vitória no final
Dinamarca e China encerraram o terceiro dia em duelo morno e equilibrado, mas que terminou com a primeira vitória das europeias sobre as asiáticas em Copas do Mundo. Na primeira etapa, foram seis finalizações, três de cada lado, mas só uma, das chinesas, encontrou o endereço do gol. Na volta do intervalo, as equipes criaram mais, mas mantiveram o equilíbrio.
A Dinamarca chegou perto de abrir o placar aos 27 minutos, quando Shanshan cabeceou e a bola chegou perto de parar dentro da própria rede. Aos 44, a estrela Pernille Hader cobrou falta dentro da área e Vangsgaard subiu bem para cabecear e mandar para dentro do gol, na única finalização (entre 12 tentativas) que encontraram o endereço certo.
A China ainda teve uma boa chance de empatar já nos acréscimos em falha da goleira Christensen, mas a bola não entrou e a jogada estava impedida. No total, foram oito finalizações das chinesas, com duas encontrando o alvo. A partida também marcou a primeira vez que um confronto terminou sem um pênalti marcado e o primeiro gol de cabeça do Mundial.
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Vangsgaard marcou o gol da vitória da Dinamarca sobre a China — Foto: Colin Murty/AFP
