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Azul e 123 Milhas — Foto: Reprodução
Entre os motivos que apresentou à 1ª Vara Empresarial de Belo Horizonte para justificar seu pedido de recuperação judicial, na terça-feira, a 123 Milhas incluiu o fim de um contrato que mantinha com a Azul Linhas Aéreas.
De acordo com a agência de viagens on-line, o termo garantia à empresa “pesquisas de passagens com pontos” na grade da companhia aérea, procedimento que fazia com fosse possível “adquirir passagens com preços mais vantajosos, o que atualmente não é mais possível”. O fim dessa garantia, segundo a 123 Milhas, teria sido um dos fatores que a fizeram acumular R$ 2,3 bilhões em dívidas.
Questionada sobre o tema, a Azul afirmou que não se manifestará. Em sua negativa, a companhia aérea se recusou a confirmar se o contrato de fato existiu e se a 123 Milhas teve acesso a condições de compra superiores às dos consumidores em geral.
Ao mencionar a Azul, a 123 Milhas mencionou que o contrato seria um exemplo de outros celebrados com “companhias aéreas parceiras” e também desfeitos.

