PolĂ­cia identifica corpo de jovem morta a tiros na porta do “Baile de Rua” em Rio Branco

A vĂ­tima morreu na noite deste sĂĄbado (12)

Por Ithamar Souza, ContilNet 13/08/2023 Atualizado: hĂĄ 3 anos

A jovem morta a tiros na porta de entrada do “Baile de Rua” foi identificada pela polĂ­cia como sendo Giovana dos Santos de Lima, de 20 anos de idade. A vĂ­tima morreu na noite de sĂĄbado (12), em uma tentativa de chacina no Parque das AcĂĄcias, na Estrada da Floresta, no bairro Floresta Sul, em Rio Branco.

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Jovem foi morta na entrada do Parque das Acacias| Foto: ContilNet

Segundo informaçÔes da polĂ­cia, Giovana estava na companhia de alguns amigos no portĂŁo principal de entrada do evento chamado “Baile de Rua” no Parque das AcĂĄcias. Ela foi morta com dois tiros, um nas costas e outro na perna, disparados por bandidos armados que chegaram no local em uma motocicleta modelo Fazer de cor vermelha.

Além de Giovana, outras pessoas foram feridas a tiros na entrada da festa. Simultaneamente, comparsas dos atiradores entraram pelos fundos do Parque das Acåcias, também atirando contra os participantes que estavam no salão de festas.

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jovem morta | foto ContilNet

O Serviço de Atendimento MĂłvel de UrgĂȘncia (Samu) foi acionado e enviou duas ambulĂąncias de suporte avançado e mais seis de suporte bĂĄsico para prestar os primeiros atendimentos. Ao chegarem no local, os socorristas sĂł puderam atestar a morte de Giovana. Uma amiga da jovem foi ferida com um tiro na cabeça e precisou ser entubada para ser encaminhada em estado gravĂ­ssimo ao Hospital de UrgĂȘncia e EmergĂȘncia de Rio Branco (Huerb). 

Mais cinco pessoas foram socorridas pelo Samu com ferimentos no peito, nas pernas, nos braços e de raspão pelo corpo. Outras duas pessoas deram entrada no Huerb por meios próprios, ou seja, foram socorridas por amigos que estavam na festa, também deram entrada em estado grave. 

Vårias guarniçÔes da Polícia Militar foram ao local e isolaram a årea para os trabalhos da perícia e a remoção do corpo de Giovana, que foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para os exames cadavéricos.

Policiais militares do 1° Batalhão colheram informaçÔes para tentar procurar pelos autores do crime na região, mas ninguém foi encontrado até o momento.

A motivação do crime seria mais um capítulo da guerra entre facçÔes criminosas. Agentes de Polícia Civil da Equipe de Pronto Emprego (EPE) coletaram as primeiras informaçÔes, e o caso serå investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

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