‘Acre’ Ă© morto em confronto com a polĂ­cia apĂłs usar drones para jogar drogas e celulares em presĂ­dio

Gabriel Silva Rodrigues Bastos tem passagens por receptação, dano, violĂȘncia domĂ©stica e por arremesso de pombos para penitenciĂĄrias

Por Redação ContilNet 09/05/2024 Atualizado: hå 2 anos

Gabriel Silva Rodrigues Bastos, de 24 anos, conhecido como ‘Acre’, morreu nesta semana apĂłs confronto com a PolĂ­cia. As investigaçÔes apontam que ele tinha o trabalho de ser o piloto de drones para o arremesso de celulares e drogas para dentro do PresĂ­dio de Segurança MĂĄxima de Campo Grande. O caso foi revelado pelo site MidiaMax.

‘Acre’ Ă© morto em confronto com a polĂ­cia apĂłs usar drones para jogar drogas e celulares em presĂ­dio

Caso aconteceu no Presídio de Segurança Måxima de Campo Grande/Foto: Reprodução

A polícia realizava patrulhas na årea do Jardim Noroeste, perto do presídio, quando uma testemunha parou a viatura para relatar que frequentemente drones estavam sobrevoando a região. A testemunha indicou uma casa de onde os equipamentos estavam partindo. Além disso, policiais penais também denunciaram o sobrevoo de drones na região da penitenciåria.

‘Acre’ Ă© morto em confronto com a polĂ­cia apĂłs usar drones para jogar drogas e celulares em presĂ­dio

Gabriel era conhecido como Acre/Foto: Redes sociais

Quando os policiais chegaram Ă  casa, avistaram imediatamente duas pessoas no local. Gabriel sacou uma arma da cintura, enquanto o outro indivĂ­duo fugiu para os fundos da residĂȘncia. Um cachorro da raça Pitbull atacou um dos policiais, que disparou um tiro, matando o animal.

Dentro da residĂȘncia, o comparsa de Gabriel foi detido enquanto tentava fugir pelos fundos. ‘Acre’ teria apontado uma arma para os policiais, que reagiram, acertando-o no tĂłrax. Ele foi socorrido, mas nĂŁo resistiu aos ferimentos e morreu.

Durante a busca na casa, os policiais encontraram oito celulares jĂĄ embalados para serem arremessados e mais quatro que ainda estavam sendo preparados, alĂ©m de oito porçÔes de maconha. O comparsa de ‘Acre’ afirmou que o conheceu na casa de uma mulher e foi convidado para arremessar drogas na penitenciĂĄria.

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