Uma equipe do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) chega ao Acre na quinta-feira (23), para investigar a queda do avião que caiu no Rio Tarauacá, na última segunda-feria (20).
O avião caiu após decolar do município de Jordão, no interior do Acre, pertence a uma empresa de São Paulo.
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O avião era um Cessna Aircraft 150H, fabricado há 55 anos e transportava três pessoas – o piloto, um copiloto e um passageiro. Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil, que estuda os acidentes aeronáuticos no país, a aeronave que caiu na confluência dos rios Tarauacá e Envira, tinha capacidade para transportar apenas duas pessoas.
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A aeronave precisou ser retirada por moradores e uma equipe do Corpo de Bombeiros, das águas do Rio Tarauacá.
Mais uma vez no Acre
A equipe do Cenipa já havia desembarcado no Acre em março deste ano, para investigar uma queda que aconteceu a poucos metros do aeroporto do município de Manoel Urbano, após a decolagem de outra aeronave de pequeno porte.
No acidente, sete pessoas viajavam com destino ao município Santa Rosa do Purus, outra das cidades isoladas do Acre, com sete passageiros – além do piloto, quatro homens e três mulheres. O avião caiu logo após decolar, a 1 quilômetro da cabeceira da pista, e estava a caminho de Santa Rosa do Purus, distante 150 km do município. O morto no local foi o comerciante Sidney Estuardo Hoyle Vega, cidadão peruano naturalizado brasileiro. Nove dias depois, Suanne Camelo morreu em Manaus (AM).