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Mulher desenvolve infecção grave pelo corpo após picada de mosquito

Por Metrópoles

A britânica Amy Wells, de 37 anos, teve uma reação alérgica gravíssima após ser picada por um mosquito durante uma viagem ao Caribe.

Em janeiro de 2023, Amy e o marido Charlie Wells, de 27, fizeram uma viagem de férias para a República Dominicana, onde ficaram noivos.

Alguns dias após a chegada, ela acordou com uma erupção cutânea no pescoço, que rapidamente se espalhou pelo corpo. No hospital da ilha, recebeu um antibiótico chamado ceftriaxona, que não é usado normalmente no Reino Unido.

Por não saber falar espanhol, a britânica não informou ao médico que já estava tomando amoxicilina para tratar uma infecção dentária. Amy foi liberada para voltar para casa, mas, o uso dos dois medicamentos combinado às picadas dos mosquitos resultou em consequências graves que não demoraram a aparecer.

Reprodução/Facebook/amy.pitcher.585

“Foi um inferno na Terra. As bolhas cobriam todo o meu corpo, até meus olhos e lábios. Foi extremamente doloroso. As pessoas ficavam me perguntando se eu tinha me queimado”, contou Amy, em entrevista ao portal The Sun.

Reação alérgica grave

Ela relata que, durante o voo de 10 horas que a levou de volta ao Reino Unido, as coxas dela incharam e começaram a arder. “Desconfiei que algo não estava certo. Parecia que estava queimando de dentro para fora. Foi muito estranho, pois nunca tive nenhum tipo de reação alérgica a nada”, relatou.

De volta à terra natal, Amy procurou ajuda médica e foi encaminhada ao pronto-socorro do Hospital William Harvey. “As bolhas começaram a estourar, enquanto eu esperava por atendimento. Um fluído estava saindo delas. Fiquei realmente assustada”, relembrou.

Os médicos disseram que as feridas das pernas dela, provavelmente, tinham sido causadas por mordidas dos mosquitos-tigres, espécie que é prima do Aedes aegypti e também é capaz de transmitir a dengue e a Zika.

Depois que as bolhas estouraram, a pele de Amy descascou, mas algumas feridas ficaram abertas. A crise alérgica provocada pela interação dos medicamentos fez as unhas das mãos e dos pés da britânica caírem.

“Perder meu cabelo foi a parte mais difícil porque o cabelo realmente define você. Olhei no espelho e pensei: “Não sou eu””, lamentou.

As feridas das pernas levaram três semanas para cicatrizarem. Amy teve que se afastar do trabalho por quase 3 meses devido à gravidade dos sintomas.

“Você nunca espera que algo assim possa acontecer com você. É um caso tão raro e eu era tão saudável”, finalizou.

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